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terça-feira, 19 de maio de 2026

Cidade SP: 7ª mais cultural do mundo

São Paulo é eleita a 7ª cidade mais cultural do mundo em ranking internacional

Capital paulista entrou para o top 10 global da revista Time Out, importante guia de viagens e entretenimento 

A capital paulista conquistou mais um reconhecimento internacional e foi eleita a 7ª cidade mais cultural do mundo pela revista Time Out, importante guia global de viagens e entretenimento, sendo a única representante da América Latina no top 10 do ranking.

Na avaliação da publicação, São Paulo é apontada como um dos principais epicentros das artes visuais da América Latina, reunindo instituições históricas, galerias, museus e espaços contemporâneos. Apesar desse reconhecimento, a música ao vivo apareceu como o principal símbolo da cidade para os próprios paulistanos — diversidade que ganha protagonismo na Virada Cultural.

Com o tema “O Festival dos Festivais!”, a edição deste ano terá 21 grandes palcos — cinco na região central e 16 nos bairros —, além de mais de 200 equipamentos e espaços mobilizados em toda a cidade. A expectativa é reunir cerca de 4,8 milhões de pessoas ao longo de 24 horas de programação ininterrupta.

Para elaborar o ranking das cidades mais culturais do mundo, a Time Out ouviu 24 mil moradores de mais de 150 cidades, que avaliaram a qualidade e o custo da programação cultural local. As respostas foram combinadas à análise do painel global de especialistas da revista. (Fonte Secom - Foto: Prefeitura SP). 


quarta-feira, 6 de maio de 2026

EMEF Hélio Franco Chaves: no mundo

De São Paulo para o mundo: escola municipal avança para olimpíada de matemática na Ásia. Unidade da Zona Norte representará o Brasil na AIMO 2026, no Vietnã


Uma conquista que começou na sala de aula, mas agora atravessa continentes. A EMEF Hélio Franco Chaves, na Zona Norte da capital, garantiu medalha de bronze na Olimpíada Internacional Matemática sem Fronteiras 2025 (Regional Sudeste) e foi além: a escola foi selecionada para representar o Brasil na Asia International Mathematical Olympiad (AIMO) 2026, que será realizada em Hanói, no Vietnã.

A competição internacional, que reúne estudantes de diversos países, será o próximo desafio de um grupo que já mostrou talento, união e capacidade de superação. A trajetória até aqui foi construída de forma coletiva, envolvendo alunos do 4º ao 9º ano em uma jornada marcada por raciocínio lógico, criatividade e trabalho em equipe.

A professora de Matemática Alcinda Eliana Caldeira Sanches acompanhou de perto cada etapa desse processo.

Olimpíada Matemática sem Fronteiras


Diferente de provas tradicionais, a Olimpíada Matemática sem Fronteiras acontece em equipes, com resolução colaborativa dos problemas. Cada turma constrói, em conjunto, uma única resposta em um formato que valoriza a escuta, o diálogo e a diversidade de ideias. Em até 180 minutos, os estudantes precisam unir habilidades para chegar às soluções, mostrando que o conhecimento também se constrói coletivamente.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Zico, O Samurai de Quintino, estreia 30/4

Zico, O Samurai de Quintino acompanha a carreira de um dos maiores nomes do futebol brasileiro e o maior ídolo da história do Flamengo. Doc estreia dia 30 de abril, 2026. 

O documentário acompanha a trajetória do jogador desde sua infância no subúrbio carioca, no bairro de Quintino até sua ascensão como lenda do esporte mais amado do Brasil. Com objetos históricos vindos do acervo pessoal de Zico, vídeos em Super 8, imagens raras e inéditos e entrevistas com convidados especiais, a história de Arthur Antunes Coimbra é resgatada em primeira mão, fazendo jus ao legado deixado pelo ex-jogador rubro-negro. 


terça-feira, 7 de abril de 2026

Edital de Coprodução filmes com o Uruguai

MinC e Ancine anunciam nova edição do Edital de Coprodução Cinematográfica com o Uruguai 


Foto: Freepik

Ministério da Cultura - MinC e a Ancine anunciaram, nesta quarta-feira, 1º de abril, o lançamento da CHAMADA PÚBLICA BRDE/FSA COPRODUÇÃO BRASIL–URUGUAI 2026. O Edital destina-se à seleção de propostas de produção independente de longas-metragens nas modalidades ficção, documentário e animação, realizadas em regime de coprodução internacional com o Uruguai.

As propostas com destinação inicial para o mercado de salas de cinema devem ser apresentadas por produtoras brasileiras independentes que participem do projeto na condição de coprodutoras minoritárias.

Os valores disponibilizados somam R$ 1,05 milhão, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual - FSA.

Simultaneamente, a Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual do Uruguai - ACAU lança processo seletivo equivalente, voltado a projetos em que a participação minoritária seja uruguaia.

As propostas serão avaliadas por uma comissão binacional composta por servidores da Ancine e da ACAU, e por profissionais do setor audiovisual.

Os documentos da CHAMADA PÚBLICA BRDE/FSA - COPRODUÇÃO BRASIL-URUGUAI 2026 e seus anexos estão disponíveis no endereço eletrônico www.brde.com.br/fsa.

As inscrições para esta terceira edição da parceria Brasil–Uruguai estarão abertas de 16 de abril a 25 de maio de 2026. (Fontes: MinC e Ancine). 

segunda-feira, 23 de março de 2026

Adeus icone brasileiro, Juca de Oliveira

 O ator estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 13 de março por causa de uma pneumonia e de uma condição cardiológica. Veio a falecer em 21 de març,  em São Paulo, aos 9 anos. 

Foto: instagram do artista

 

Nascido José Juca de Oliveira Santos, no dia 16 de março de 1935, em São Roque, interior de São Paulo, deu início a carreira no teatro nos anos 1950.

 

No total, participou de mais de 30 novelas e minisséries, além de ter integrado o elenco de mais de dez longas-metragens e 60 peças de teatro, incluindo aquelas em que trabalhou como autor. Seu papel mais marcante na TV foi na novela "O Clone", de Glória Perez. Ele interpretou o médico geneticista Doutor Albieri, responsável pela produção de um clone humano.

 

O estudante

 

Antes do teatro, Juca chegou a cursar a faculdade de Direito na Universidade de São Paulo (USP) e a trabalhar em um banco. No entanto, a veia teatral falou mais alto e ele decidiu largar o emprego e trancar a faculdade para focar no seu desenvolvimento na Escola de Arte Dramática.

 

Ainda na década de 1950, fez parte do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), tendo contracenado com nomes como Aracy Balabanian e encenado peças como “A Semente”, de Gianfrancesco Guarnieri, e “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller.

Nos anos 1960, em parceria com Guarnieri, Augusto Boal, Paulo José e Flávio Império, comprou o Teatro de Arena, uma referência da cultura brasileira em meio à ditadura militar. Juca, que também era ligado ao Partido Comunista Brasileiro, acabou sendo perseguido pelo Estado brasileiro e se exilou na Bolívia. (David Sanche / Fram Martins).