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quinta-feira, 18 de junho de 2009

São Paulo: Mentira de remuneração baixa veio à tona

Funcionários da maior prefeitura do País, a de São Paulo, dão péssimo exemplo e dizem não à transparência. Professor ganha até R$ 142 mil. Como se pode ver, teem muito para esconder e temer golpes dos malandros, como o povo que paga seus salários fora chamado. Estão se lixando para o povo.

Funcionários públicos do município de São Paulo não querem dar satisfação aos povo se negando assim a transparência necessária a cargos públicos. Os funcionários públicos acionaram o sindicado, leia-se Paulo Fonseca, que provocou à justiça paulista que de praxe sempre diz não à transparência, e não poderia ser diferente, encampou a não transparência dos funcionários públicos. Ou seja, os funcionários chamaram à população de malandros e golpistas ao afirmarem que sofreriam golpes ou seqüestros.A lista com os salários foi disponibilizada no site da prefeitura paulistana na sexta-feira, 12, permaneceu no ar até quarta-feira,17, quando um juiz [diga-se um juiz de direito escrúpulo], concedeu liminar aos funcionários públicos de não terem seus ganhos acessados pela população. Muitas mentiras sobre as choradeiras de que o município paga pouco caiu por terra. Professores com salários de R$ 7 até 142. Assessor de gabinete ganhando até 93 mil; a Galeria Olido, onde ficam a Secretaria da Cultura, eles ganham de 12 a 108 mil reais.Tanto o juiz de direito, funcionário do Estado de São Paulo - leia-se funcionário do povo que paga impostos-, quanto os funcionários da prefeitura ignoram não só o avanço que o prefeito Gilberto Kassab tentou dar a coisa pública, mas também o direito da população saber quanto paga para seu empregado.
Alegando riscos e exposição pública tanto a justiça quanto os funcionários deixaram de fornecer um atestado de honestidade ao povo-patrão. Se existiam suspeitas da população sobre funcionários fantasmas, cabideiros, comissionários, {recebem comissão para aprovar isso ou aquilo} com esta decisão de proibir, esconder o quanto ganha, tanto eles quanto o juiz que concedeu liminar atingem as raias da honestidade. Segundo Kassab, até à tarde do dia 17 a prefeitura não teria sido notificada sobre liminar que impõe a retirada do site e dos nomes com valores na internet, que já recebeu 70 mil acessos.
Mais duas considerações: se o Brasil fosse um País realmente sério o magistrado que concedeu liminar deveria ser investigado e imediatamente punido por corporativismo. As mentiras e reclamações de que ninguém faz nada porque o município remunera muito aquém dos merecimentos dos tais 'servidores', veio à tona, em salários milionários. Ninguém ganha menos de R$ 4.500.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Ambulatório para travestis e transexuais

Capital paulista ganha primeiro ambulatório para travestis e transexuais e deverá se tornar uma referência para a saúde pública no país.

O ambulatório foi inaugurado em 9 de junho e contará com profissionais especializados para atender esses grupos sociais, haja vista que essa classe sofre muito as dificuldades e demandas específicas. O ambulatório terá capacidade para 300 atendimentos por mês, com assistência integral a travestis e transexuais; atendimento especializado em proctologia, urologia, e endocrinologia, terapia hormonal com avaliação e encaminhamento para implante de próteses de silicone e cirurgia para redesignação sexual. As demandas foram estabelecidas com base nas solicitações mais recorrentes observadas nos serviços de saúde, que foram apontadas também pelos movimentos que atuam no setor. Segundo José Serra "Essa é uma comunidade que precisa desesperadamente de um atendimento integral de saúde e eles vão receber isso", afirmou o governador.O centro também irá elaborar protocolos clínicos, avaliar tecnologias e modelos assistenciais e promover atividades integrando movimentos sociais. Será também um local de treinamento para profissionais de saúde nessa área de atuação. A orientação sexual e a identidade de gênero são fatores determinantes para a saúde, não apenas por implicarem em práticas sexuais e sociais específicas, mas também porque podem significar o enfrentamento cotidiano de preconceitos e violações de direitos humanos.
Com o novo ambulatório, os transexuais e travestis terão um lugar onde eles poderão ter a certeza e a tranqüilidade de que não serão discriminados de maneira nenhuma. “encontrarão uma equipe 100% preparada para atendê-los.
É um estímulo para que eles possam cuidar melhor da saúde” considerou o Secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata. O ambulatório ficará localizado no Núcleo de DST do CRT/Aids.ServiçoRua Santa Cruz, 81 Vila MarianaHorário: segunda a sexta, das 14h às 20h.

domingo, 14 de junho de 2009

Mães sob olhar de Maurício Cardim

Mães sob olhar de Maurício Cardim" em Sete Lagoas, Minas Gerais no espaço cultural Maria Magdalena Alves Padrão, segue até 20/06.

.Por suas lentes já passaram pessoas famosas e outras não tão famosas, porém, todas importantes para seu olhar viajante e atencioso quando se trata de captar e eternizar um momento. A ideia de homenageá-las surgiu em 2005 e de lá para cá vem mostrando parte do acervo especificamente com imagens composta de fotos coloridas e preto e branco de mães não famosas como outras famosas como Hebe Camargo, Maria Creuza, Elba Ramalho, Elza Soares, Tânia Alves, Inezita Barroso, Wanderléa, Nicole Puzzi, Carmem Silva [destaque] e Joelmah (Jovem Guarda). EDITORIAS:

domingo, 7 de junho de 2009

Otília Amorim: preferida de Mário de Andrade

Cantora e atriz Otília Amorim nasceu a 13 de novembro de 1894, Rio de Janeiro, e faleceu em São Paulo no ano de 1970.

Otila estudou em colégio de freiras, mas as dificuldades financeira de sua família levaram à interrupção de seus estudos. Sua estréia como artista se deu em 1910, como atriz , no filme Vida do Barão do Rio Branco, de Alberto Botelho. Na seqüência estreou como corista no Teatro de revistas com Peço a palavra, no Teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro. Segundo informações, ela era uma completa atriz de revista: Dançava, caricata e representava, era bonita e muito desembaraçada, ou seja, dominava à platéia.

O seu papel de importância foi como Olga, na opereta encenada no antigo Teatro Chantecler. Trabalhou em muitas companhias teatrais, dentre as quais a de Procópio Ferreira, e de Carlos Leal, além de trabalhar com Leopoldo Fróes, com quem excursionou pela Bahia e Pernambuco. Depois, ela ingressou no Teatro São José, onde estreou em 1918, em a Flor do Catumbi, de Luiz Peixoto e Carlos Bittencourt, com música de Júlio Cristóbal e Henrique Sánchez. Em 1919, voltou ao cinema, atuando nos filmes Alma sertaneja e Ubirajara, ambos de Luís de Barros. No ano seguinte, apresentou-se no Teatro São José cantando com grande sucesso, ao lado de Álvaro Fonseca a marcha Pois não, de Eduardo Souto e Philomeno Ribeiro, no quadro Gato, Baêta e Carapicu, na revista Gato, baeta e carapicu, de Cardoso de Meneses, Bento Moçurunga e Bernardo Vivas. Fundou sua própria companhia em 1922, e exibiu-se no Teatro Recreio, para em seguida excursionar por São Paulo e Rio Grande do Sul. Discografia pequena Apesar de ser pequena a sua discografia, é bastante significante para história da música brasileira, pois iniciou em 1931. Tem apenas cinco discos gravados para a Victor, de onde se destacam o samba Eu sou feliz e o samba batuque Nego bamba, ambos de J. Aimberê.

Neste mesmo ano, participou do filme Campeão de futebol, de Genésio Arruda. Ainda na mesma época, gravou do maestro pernambucano Nelson Ferreira, o samba Tu não nega sê homem. Já em 1932 estreou no Teatro recrio a revista Calma, Gegê!, onde interpretou o grande sucesso da temporada, a marcha Gegê, de Getúlio Marinho. No mesmo ano gravou na Columbia a marcha Napoleão, de Joubert de Carvalho. O escritor e pesquisador musical Mário de Andrade, no Compêndio de História da Música, relacionou entre seus sambas preferidos, quatro gravados por ela: Nego bamba, Vou te levar, Eu sou feliz e Desgraça pouca é bobagem. Logo após casar-se com um empresário paulista, deixou a vida artística.

No ano de 1963, recebeu a medalha Homenagem ao Mérito, da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, por sua dedicação ao teatro brasileiro. Em 1989, o selo Revivendo lançou o LP Sempre sonhando com interpretações suas e de Gastão Formenti, Alda Verona, Raul Roulien. Fonte: Francisco Martins / Revivendo

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