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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Padre Júlio Lancelotti se afastou das celebrações


Não houve pressão da Cúria Metropolitana de São Paulo sobre o Padre Júlio Lancelloti, diz assessor.

O assessor de imprensa da Cúria Metropolitana de São Paulo, o padre Juarez de Castro, afirmou segunda-feira - 29, que o padre Júlio Lancelotti se afastou das celebrações na paróquia de São Miguel, na Mooca, ambos na Zona Leste da capital, por vontade própria. Ainda segundo padre Juarez, não houve qualquer recomendação da cúria solicitando para o afastamento de Lancelotti, que há cerca de duas semanas, não celebra mais missas na igreja da Mooca.

Motivos

No começo do mês de outubro, Lancelotti denunciou à polícia que vinha sofrendo extorsão de dinheiro há três anos supostamente de um ex-interno da Fundação Casa (antiga Febem), Anderson Marcos Batista, de 25 anos. Inicialmente ele informou que havia entregue cerca de R$ 50 mil, ao ex-interno, a mulher dele e outros dois suspeitos. Posteriormente, disse que o valor tinha sido de R$ 80 mil. Já a defesa do ex-interno afirma que Anderson teria recebido do padre mais de R$ 600 mil durante oito anos. Em 24 de outubrso, a polícia abriu inquérito para investigar se o padre Júlio Lancelotti cometeu corrupção de menor dentro da Casa Vida. A denúncia surgiu depois que o padre denunciou à polícia que é vítima de extorsão. O assessor aproveitou para explicar que não procede a informação de que a Cúria teria pedido à polícia sigilo sobre as investigações relacionadas ao padre. [Foto reprodução / TV Globo]

sábado, 27 de outubro de 2007

31 de outubro dia do Saci


Antecipando as comemorações do Dia do Sacy e seus Amigos (31 de outubro), o projeto O Autor na Praça em parceria com a SOSACI – Sociedade dos Observadores de Saci organizam evento com tarde de autógrafos, leituras e exposição sobre o tema.

O jornalista e escritor Mouzar Benedito e o Cartunista José Luiz OHI autografam os livros Saci, O Guardião da Floresta e Anuário do Saci. Haverá algumas intervenções e performances com a participação do ator e mágico cômico Pariat Frota Yepez, interpretando o Prof. Tan-Tan, além do cartunista Júnior Lopes. A data – 31 de outubro - foi estabelecida como dia Municipal pela primeira vez na cidade de São Luiz de Paraitinga-SP, em 2003 através da criação da SOSACI, também já foi definida como dia Municipal na cidade de São Paulo, em 2004, através de projeto da ex-vereadora Tita Dias, também se tornou dia Estadual em São Paulo em 2004, através de projeto do Deputado Estadual Afonso Lobato, também nas cidades de Vitória-ES e São José do Rio Preto-SP, já está tramitando um projeto para estabelecer o Dia Nacional do Saci e seus amigos, assinado pelo Deputado Federal Aldo Rebelo. Saiba mais sobre a SOSACI e o Manifesto do Saci: www.sosaci.org e sobre os autores, os livros, a exposição:

www.overmundo.com.br/agenda/o-autor-na-praca-comemora-o-dia-do-saci-e-seus-amigos

sábado, 20 de outubro de 2007

Oficina de Jornalismo Cultural


TEIA 2007 - Oficina de Jornalismo Cultural entre os dias 7 e 11 de novembro.

A Oficina pluralizará a visão da agência de notícias que está sendo criada para realizar uma completa cobertura escrita e audiovisual do encontro nacional dos Pontos de Cultura. A cobertura jornalística da TEIA 2007 contará com a atuação de uma agência de notícias constituída especialmente para enfrentar a complexa tarefde registrar e difundir o encontro nacional dos Pontos de Cultura. Tal ação desafia-se a ser constituída pela diversidade e pela pluralidade necessárias para que se compartilhe uma visão ampla e multirreferenciada de toda a vasta e complexa programação do encontro, que acontece em Belo Horizonte entre os dias 7 e 11 de novembro. Nos dias 3 e 4, às vésperas do evento, será ativada a “Oficina de Jornalismo Cultural Independente – TEIA 2007” que envolverá um grupo de candidatos a repórteres-oficineiros para a realização da cobertura jornalística.

Convocados junto aos Pontos de Cultura; movimentos sociais, notadamente os comunicadores populares; movimento estudantil; estudantes, professores e profissionais de jornalismo; os oficineiros serão motivados por dois dias de debates e dinâmicas que lhes prpiciarão realizar uma cobertura com reportagem compartilhada, escrita e em audiovisual, em plataforma pública, com aplicação de software livre e com conteúdos disponibilizados sob licença flexível para permitir novas propostas de compartilhamento no conceito de web 2.0.
[Leia matéria completa em Formas&Meios, o sitio na lingua portuguesa brasileira mais www.formasemeios.blogs.sapo.pt visitado na Europa

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

"Um mar de vidros Murano 1915/2000"


E´posição estréia dia 21 de outubro a 18 de novembro, no MCB

Museu da Casa Brasileira" abre a exposição "Um mar de vidros Murano 1915/2000" com peças representativas da vidraria produzida em Veneza, num panorama transversal das criações que fizeram famosa a Murano do século 20. São objetos que revelam toda a maestria em formas inovadoras e audazes, com sua técnica muito particular de execução e a espantosa riqueza da matéria-prima e dos efeitos cromáticos, com múltiplas justaposições de cores. A mostra evidencia a renovação de formas e de estilo, resultado da contribuição de artistas e designers, que abasteceram de novas idéias as vidrarias de Murano, permitindo um desenvolvimento excepcional que as Bienais de Veneza, as Trienais de Milão e Monza e as exposições internacionais consagraram. A exposição é uma realização conjunta do MCB, organização social vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, e do Instituto Italiano de Cultura de São Paulo

A mostra traz a nova maneira de considerar o vidro que, ao longo de séculos, teve uma característica puramente utilitária e de produção em série, um material destinado somente à execução de garrafas, copos, luminárias. A arte vidreira conquista o status de verdadeira arte decorativa com as novas técnicas utilizadas por Ercole Barovier e outros grandes nomes do design italiano, como Carlo Scarpa, Gae Aulenti, Victorio Zecchin, Angelo Rinaldi, Eros Raffael, Giuseppe Santomaso, Alessandro de Santillana, que dão vida a objetos, transformando-os em verdadeiras obras de arte.

Esta coleção, como testemunho da arte do vidro de Murano, não é completa e nem exaustiva de tudo o que se pôde pensar, projetar ou produzir na Veneza do século passado, explica Giorgio Forni, curador da mostra e diretor da Fundação Sartirana Arte, de Pavia (Itália). Sem dúvida, é um pequeno panorama transversal de quase setenta anos de trabalho; uma espécie de mostruário, talvez ainda desequilibrado e com lacunas, mas representativo das produções que fizeram famosa a Murano do século 20.

A exposição enfatiza dois aspectos da vidraria veneziana: o tecnológico, absolutamente único, e o propriamente artístico. Mas os maravilhosos objetos presentes na exposição não poderiam existir sem o trabalho paciente dos anônimos Mestres Vidreiros, que preservaram a tradição de altíssima escola, em um trabalho árduo, que requer capacidade e sensibilidade incomuns.

Um pouco de história

A supremacia de Veneza em vidraria é muito antiga. Já no século 12 a arte do vidro instalou-se definitivamente em Murano como atividade de manufatura organizada, a qual se havia aperfeiçoado, ao longo dos séculos, graças aos contatos comerciais dos venezianos com os fenícios, os sírios e os egípcios, os quais já possuíam uma antiga tradição na produção de vidros. No entanto, a partir do século 18 os vidros da Boemia e da Europa Central conquistam a primazia. A qualidade do produto veneziano e a excelência executiva eram reconhecidas, mas estas qualidades estavam bloqueadas em uma produção histórica e estática nas formas e na criatividade. Somente no final do século 19 e, principalmente no início do século 20, a produção de Murano viverá um novo renascimento. Uma novidade extraordinária graças à qual Veneza se levanta de uma letargia secular, para voltar a ser o centro de produção de grande destaque e para impor ao mundo, especialmente a partir de 1950, suas próprias obras.

Desde seis milênios a.C. o homem utiliza um material vítreo natural, a obsidiana, que é uma rocha silícica encontrada em abundância no Mediterrâneo, em particular nas ilhas Eólias e Pontinas, em Pantelleria e na Sardenha, para extrair objetos cortantes e resistentes. Foram necessários vários milênios antes que se produzissem objetos em vidro não apenas para as necessidades cotidianas mas também para adorno.

Serviço

Exposição: Um mar de vidros Murano 1915/2000

Visitação: 21 de outubro a 18 de novembro, de terça a domingo, das 10h às 18h
Site: www.mcb.sp.gov.br
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo
Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 – Domingo sempre gratuito
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas : 3032-2564 Email agendamentomcb@terra.com.br

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Cardim e AgênciaFM



Esta exposição não fugiu à regra, teve de ser proorogado no Centro de Cultura Maria Magdalena Padrão, em sete Lagoas - Minas Gerais, para que todos da grande Belo Horizonte e municípios próximos conhecesse melhor seu trabalho. A exposição faz parte do projeto " Um Olhar Sobre o Brasil" , que o fotógrafo vem realizando. Para mais informações sobre seu trabalho e contatar para exposições e apoios visitem: www.mauriciocardim.com.br - www.formasemeios.blogs.sapo.pt [11] 6848-3230 / 8220-3747 - Francisco Martins]

terça-feira, 9 de outubro de 2007

JNT e WR São Paulo lançam a 1ª Artesanal de Natal na Paulista


O foco do evento é a venda direta de produtos para presentes de Natal. Por isso, ficam de fora empresas do setor, privilegiando o trabalho do artesão. A curadoria será feita em conjunto pelas equipes da WR e do JNT

Às 10h00 do próximo dia 09 de outubro, no espaço São Luís, em São Paulo, A WR São Paulo juntamente com o Jornal Novas Técnicas estará lançando a I Artesanal de Natal.
O foco do evento é a venda direta de produtos para presentes de Natal. Por isso, ficam de fora empresas do setor, privilegiando o trabalho do artesão. A curadoria será feita em conjunto pelas equipes da WR e do JNT, respeitando os critérios de qualidade e criatividade, no intuito de colocar à disposição dos consumidores produtos diferenciados e bastante variados.

Em uma época em que mais do nunca os produtos estrangeiros invadem o mercado, quem visitar a feira irá encontrar peças genuinamente artesanais, como presépios ao mesmo tempo rústicos e delicados, moldados em juta, objetos decorados com a pintura country que se tornou febre no Brasil, folk art, primitivos, enfeites em feltro e patchwork, peças esculpidas à perfeição no biscuit, decorações especiais em scrapbook. Além dos mais diversos materiais e técnicas, combinados de forma a criar possibilidades de decoração quase infinitas.

A WR São Paulo que organiza feiras de sucesso como a Mega Artesanal, colocará à disposição do artesão expositor sua reconhecida infra-estrutura, experiência e qualidade na condução de grandes eventos. Cada stand terá 6 m², com uma mesa, duas cadeiras, testeira, paredes laterais, carpete, iluminação, tomada de energia e ar-condicionado central. O layout do espaço destinado à feira também foi pensado de modo a gerar conforto e praticidade para visitantes e expositores, fazendo com que estes sejam todos facilmente encontrados. Além disso, cada artesão poderá escolher o seu lugar, de acordo com a ordem de adesão.

Os artesãos selecionados terão amplas facilidades na locação dos espaços. Os preços instituídos serão subsidiados, garantindo um valor bem mais baixo do que o praticado por outras feiras, e poderão ser pagos em três parcelas (outubro, novembro e dezembro). “Será algo muito tranqüilo, pois como apostamos no sucesso do evento, o artesão participante poderá pagar parte do investimento na feira depois da venda do produto que foi fruto de seu esforço pessoal”, explica o diretor da WR São Paulo Wander Mazzotti.

Segundo Wander, há muito tempo havia um desejo de realizar um evento como este, mas sempre surgia um obstáculo que alterava os planos e ele era transferido para outro ano. O diretor do Jornal Novas Técnicas Cassius Gama, que sempre foi um incentivador desta feira e vibra muito com este setor, mais uma vez colocou o assunto em pauta. E como a empresa adora novos desafios, a feira ganhou vida e foi lançada com o nome sugerido por Cassius.

As expectativas são as melhores possíveis, com previsões de vendas bastante otimistas. “Há uma grande procura pelos trabalhos artesanais e os artesãos que participarem da feira podem estar certos que toda a equipe da WR São Paulo vai se empenhar muito para fazer da Artesanal de Natal um evento inesquecível” salienta Wander.

A Artesanal de Natal já faz parte do calendário oficial da WR São Paulo, e está prevista para se realizar neste mesmo período em 2008, por isso é bom se programar. A planta da feira estará disponível no site www.wrsaopaulo.com.br e os contatos deverão ser feitos através do telefone (11) 3722-3344.

Autor : Edna Pessanha
Fonte : Jornal Novas Técnicas

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

“Mar de vidros - Murano 1915/2000” no MCB


Museu da Casa Brasileira abre a exposição “Um mar de vidros – Murano 1915/2000” com peças representativas da vidraria produzida em Veneza, num panorama transversal das criações que fizeram famosa a Murano do século 20.

São objetos que revelam toda a maestria em formas inovadoras e audazes, com sua técnica muito particular de execução e a espantosa riqueza da matéria-prima e dos efeitos cromáticos, com múltiplas justaposições de cores. A mostra evidencia a renovação de formas e de estilo, resultado da contribuição de artistas e designers, que abasteceram de novas idéias as vidrarias de Murano, permitindo um desenvolvimento excepcional que as Bienais de Veneza, as Trienais de Milão e Monza e as exposições internacionais consagraram. A exposição é uma realização conjunta do MCB, organização social vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, e do Instituto Italiano de Cultura de São Paulo. A mostra traz a nova maneira de considerar o vidro que, ao longo de séculos, teve uma característica puramente utilitária e de produção em série, um material destinado somente à execução de garrafas, copos, luminárias. A arte vidreira conquista o status de verdadeira arte decorativa com as novas técnicas utilizadas por Ercole Barovier e outros grandes nomes do design italiano, como Carlo Scarpa, Gae Aulenti, Victorio Zecchin, Angelo Rinaldi, Eros Raffael, Giuseppe Santomaso, Alessandro de Santillana, que dão vida a objetos, transformando-os em verdadeiras obras de arte.

“Esta coleção, como testemunho da arte do vidro de Murano, não é completa e nem exaustiva de tudo o que se pôde pensar, projetar ou produzir na Veneza do século passado”, explica Giorgio Forni, curador da mostra e diretor da Fundação Sartirana Arte, de Pavia (Itália). “Sem dúvida, é um pequeno panorama transversal de quase setenta anos de trabalho; uma espécie de mostruário, talvez ainda desequilibrado e com lacunas, mas representativo das produções que fizeram famosa a Murano do século 20”. A exposição enfatiza dois aspectos da vidraria veneziana: o tecnológico, absolutamente único, e o propriamente artístico. Mas os maravilhosos objetos presentes na exposição não poderiam existir sem o trabalho paciente dos anônimos Mestres Vidreiros, que preservaram a tradição de altíssima escola, em um trabalho árduo, que requer capacidade e sensibilidade incomuns.


Serviço

Exposição: “Um mar de vidros – Murano 1915/2000”
Abertura: 20 de outubro, das 19h às 22h
Visitação: 21 de outubro a 18 de novembro,
de terça a domingo, das 10h às 18h
Site: www.mcb.sp.gov.br
Local: Museu da Casa Brasileira -
Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

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