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sábado, 31 de março de 2007

Sobel disfarça


Henry Sobel é internado por descontrole emocional

Judeu preso por furtar 4 gravatas da marca Louis Vuitton, nos Estados Unidos recebe apoio da colonia judaica no Brasil. " Eu não tinha intenção de roubar" disse Sobel aos policiais norte-americanos.

O rabino Henry Sobel foi internado no Hospital Israelita Albert Einstein, seio de sua faníia, na capital paulista, por uam nova "doença" conta de descontrole emocional. Preso na quinta-feira em Palm Beach, EUA, ele chegou ao Brasil na sexta-feira posando de inocente. O boletim sobre o estado de saúde de Sobel diz ainda que ele "estava sob tratamento medicamentoso e, por insônia severa, vinha fazendo uso imoderado de hipnóticos diazepínicos, causadores potenciais de quadros de confusão mental e amnésia". Ele está em observação clínica. [Foto por Polícia de Palm Beach]

'Ó Pai Ó'


'Ó Pai Ó' aposta em humor regional

A película Ó Pai Ó foi buscar inspiração na peça teatral encenada pelo Bando de Teatro do Olodum em anos 1990, "Ó Pai Ó" tenta criar um produto legitimamente regional, no caso, o sotaque e a música baiana. O filme, aliás, prepara o lançamento de uma minissérie na TV Globo, que deve estrear em novembro. Começando como comédia musical, o filme da diretora Monique Gardenberg (de "Benjamim") conta a história de Roque (Lázaro Ramos), aspirante a cantor que, como a maioria dos moradores do Pelourinho, dão duro para viver, sem carteira assinada. O elenco é bem global, e deve chamar atenção dos menos avisados com a tal qualidade de representar. Ou seja, rostinhos bonitos e e jeitinho de ator, e param por aí. Outros personagens do lugar são a dona de bar Neuzão (Tânia Tôko), a imigrante desiludida Psilene (Dira Paes), o motorista de táxi Reginaldo (Érico Brás), dividido entre a mulher grávida (Valdinéia Soriano) e o amante, o travesti Yolanda (Lyu Arisson). Vários outros travestis, camelôs e traficantes povoam esse mundo colorido, sensorial e às vezes perigoso. Se você gosta do gênero,
muita axé music conduz o ritmo da trilha sonora, a partir da insistente canção-título, "Ó Paí Ó" - uma expressão baiana que significa "olhe para isso, olhe - , que dá nome ao filme. Ela é de autoria de Caetano Veloso e Davi Moraes, interpretada pelo próprio Caetano e Jauperi. Mas a trilha também traz Margareth Menezes, Tatau, Mariene de Castro, Banda Calypso e outros artistas. [Lázaro Ramos em foto de Sérgio bianchi]

terça-feira, 27 de março de 2007

História mal contada


Wladmir Bittar é filho de guerrilheiros brasileiros e ex-presidente da Força Jovem do Partido dos Trabalhadores. Segundo sua mãe, ele se desencatou com a luta pela causa brasileira, e foi alsitar-se nas FARCs, movimento terrorista colombiano. Os seus parceiros também não correspondia à altura de suas exigências. Isso segundo conta sua mãe. Mas a história verdadeira é um pouco diferente. Wladmir e Marcelo, ambos militantes aliciados pelo PT, foram enviados à Colombia com destino certo, a FARC, para aprederem técnicas terroristas naquele país. Isso foi em 2001. De lá para cá outros jovens brasileiros seguiram o mesmo caminho, sempre aliciados pelos petistas. A mãe de Wladmior e de Marcelo, estão preocupados com que possa ter acontecido aos seus filhos, mas jamais se pergumtam o que eles com suas táticas terroristas teriam causados aos filhos de outras mães. Seus pais já fizeram contato com o Ministério das Relações Exterior, para buscar os guerrilheiros. As estimativas é de que custe até 5 milhões de reais esta busca, que sairá do bolso do povo brasileiro. Estima-se que mais 40 brasileiros estejam militando nas FARCs. [Francisco Martins]

segunda-feira, 26 de março de 2007

Niemeyer no Memorial


OSCAR NIEMEYER E MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA: IDÉIA E A OBRA

Este é o nome da exposição que a Biblioteca Latino-americana Victor Civita inaugura em 27 de março, às 19h, com entrada franca. A mostra vai até 28 de abril e é uma homenagem ao mestre, que completa cem anos em 15 de dezembro próximo. A mostra reúne a reprodução de esboços de Oscar Niemeyer para o Memorial da América Latina, croquis, a coleção de parte dos desenhos de arquitetura e de projetos técnicos utilizados para a construção do Memorial, além de fotos de Pedro Ribeiro tomadas durante a construção, acervo de livros raros sobre o artista e a exibição contínua de vídeo inédito com Niemeyer.

A curadoria é do professor da FAU-USP, o arquiteto Rodrigo Queiroz. Pedro Ribeiro compreendeu, de forma muito peculiar, a interação entre a sofisticação técnica utilizada para a concepção das estruturas do Memorial e a mão de obra de trabalhadores anônimos; a liberdade das formas de Niemeyer e a aparente rigidez dos recursos tecnológicos; a generosidade dos espaços e a pureza das superfícies brancas, contrapondo-se à frieza da metrópole.

Nessa mostra parte deles será exposta. Com esses desenhos será possível entender diversos aspectos dificilmente entendidos somente com a observação da obra construída, como a geometria de construção das formas, as armações de aço que fazem parte da estrutura de concreto armado e as especificações de acabamentos.

Os esboços elaborados por Oscar Niemeyer, acompanhados pelos seus textos manuscritos nos quais explica as razões, as intenções e as motivações do projeto permitem ver a força de sua criação e clareza das soluções. Esboços que registram um momento especial: o da antevisão pelo arquiteto quando registra as suas primeiras idéias que resultarão, meses depois, na arquitetura construída. Raramente expostos, são os desenhos utilizados para a construção, denominados pelos profissionais como “desenhos de execução”. Alguns arquivos especializados contam com acervos de desenhos deste gênero, mas, normalmente, são consultados somente por um público restrito.[Em P&B, edifício Copan, em São Paulo projetado elo arquiteto ]
Serviço:

Oscar Niemeyer e o Memorial da América Latina: Idéia e a ObraExposição de fotos, desenhos, croquis, livros e mostra de vídeo
28 de março a 28 de abril - Inauguração: 27 de abril, às 19h
Horário: segunda-feira à sexta-feira, das 9h às 18h, e sábado, das 9h às 15h
Entrada franca
Local: Biblioteca Latino-americana Victor Civita
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda

sexta-feira, 23 de março de 2007

Adeus velho chico!


Ibama assina licença que permite início das obras da transposição do rio

Projeto de Transposição do Rio São Francisco agora já pode ser iniciada. Sexta-feira,23, o Ibama assinou a licença de instalação que autoriza o Ministério da Integração a iniciar as obras dos trechos I e II do Eixo Norte e V do Eixo Leste. O projeto de Transposição vai beneficiar os estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. A licença vale por quatro anos a partir da assinatura. Estabelece 51 exigências, entre elas o empreendedor priorizar a contratação de mão-de-obra local, apresentar um relatório de ações à Funai, reassentamento da população que precisar ser deslocada, estabelecer um programa de apoio às comunidades quilombolas.

Morre cineasta Ozualdo Candeias


EM TEMPO: O cineasta morreu aos 88 anos, de insuficiência respiratória, no Hospital Brigadeiro, em São Paulo.

Candeias estreiou em onga metragem com "A Margem", de 1967, é considerado o marco zero da corrente que ficaria conhecida como Cinema Marginal. O ex-caminhoneiro Candeias era tido como um artista primitivo e genial, embora fosse repudiado por ele esse tipo de classificação. Em seu filme de estréia, mostrava a convivência penosa de personagens anônimos perambulando e viajando de barco nas regiões próximas ao Rio Pinheiros, em São Paulo. A fotografia em preto e branco assinada em parte pelo próprio Candeias, que era autodidata em diversos setores da produção cinematográfica."A Margem" conquistou prestígio com a crítica, numa intensidade que nunca se repetiu ao longo da carreira do cineasta, embora nos últimos anos ele tenha voltado a se tornar tema de retrospectivas, estudos e debates entre os críticos mais jovens. Candeias fez outros nove longas (o mais recente foi "O Vigilante", de 1992), dois médias-metragens, 11 curtas e quatro vídeos, de acordo com levantamento feito pelo curador e cineasta Eugenio Puppo, que elaborou um importante dossiê sobre Candeias (disponível no site www.heco.com.br/candeias). O cineasta nasceu em Mato Grosso do Sul, mas não sabia em que cidade. Era de uma família de viajantes. Radicou-se em São Paulo quando começou a se interessar por cinema e acabou se tornando um profissional requisitado no pólo de produção da Boca do Lixo. Dirigiu três longas para o ator David Cardoso (entre eles "A Herança", uma adaptação de "Hamlet", de Shakespeare, e "A Freira e a Tortura") e trabalhou como câmera e diretor de fotografia para diretores como Carlos Reichembach. Sua filmografia consta os sequintes longas-metragens: A Margem (1967); Trilogia de Terror (1968), com José Mojica Marins; Meu Nome É Tonho (1969); A Herança (1970), baseado em 'Hamlet' de Shakespeare; Zézero (1974); A Opção (1981); Manelão, o Caçador de Orelhas (1982); A Freira e a Tortura (1983), adaptação da peça de Jorge Andrade; As Belas da Billings (1987); O Vigilante (1992).

quinta-feira, 22 de março de 2007

Falta água limpa no planeta


A falta de acesso à água limpa já atinge mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo, de acordo com alerta feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira,22, o Dia Mundial da Água.

A organização também alerta que esse número pode dobrar até 2025, quando dois terços da população mundial pode estar sofrendo com problemas ligados à escassez de água limpa. Atualmente, 2,6 bilhões de pessoas – metade da população dos países em desenvolvimento - vivem em locais sem condições básicas de saneamento. Mais de 1,6 morrem todo os anos por problemas relacionados à falta de acesso à água adequada ao consumo. Segundo a OMS, 90% das mortes ocorrem entre crianças menores de cinco anos, principalmente em países mais pobres. Tudo isso aliado à doenças como febre tifóide, cólera, malária, dengue e febre hemorrágica. egundo Chan, muitas das doenças e mortes poderiam ser prevenidas com o uso de conhecimentos e tecnologias básicas que já existem há anos. A ONU alerta e pede uma ação imediata sobre crise da água.

terça-feira, 20 de março de 2007

Museu a Céu Aberto


Inaugurado museu em pernambuco com conjunto de objetos arquelógicos

O Museu a Céu Aberto, inaugurado em Recife - PE, segunda-feira dia 19 de março de 2007, fica entre as ruas Alfredo Lisboa e Barão Rodrigues Mendes. A obra tem como objetivo dar proteção e visibilidade aos achados arqueológicos situados no local. O Museu inclui muro de arrimo, iluminação cênica, guarda-corpo e painel explicativo. O investimento foi da ordem de R$ 200 mil. Todo o trabalho foi acompanhado por técnicos do Departamento de Pós-Graduação em Arqueologia da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Tanto os turistas quanto os recifenses poedrão conhecer melhor parte da história local. No local, será construída a última parte do muro de proteção às muralhas holandesas, datadas do século XVII, com 5,12 metros.


A área terá revestimento interno com granito, rampas de acesso para deficientes, trecho de calçada na faixa de estacionamento da Alfredo Lisboa, instalação elétrica para iluminação cênica e guarda-corpo. Um painel de seis metros, com informações sobre os achados foi instalado pela prefeitura recifense. O Museu a Céu Aberto apresenta im conjunto de estruturas e objetos arqueológicos formado pelo trecho da muralha em pedra, datada do período de dominação holandesa; parte das bases do Arco do Bom Jesus; e parte do dique de contenção do mar, em pedra, construído no século XIX.

Museu a Céu Aberto
Praça do Arsenal - Cetro

sábado, 17 de março de 2007

Casa Museu de Portinari


Um dos mais conceituados artistas de sua época oferece oportunidades para aqueles que não enxergam de conhecerem sua genialiade.

A Casa Museu de Portinari, em Brodowski, interior paulista - abre suas portas para oferecer aos que não enxergam, as possibilidades de sentirem a profundidade de suas obras. Os quadros e os murais da casa onde o pintor nasceu, tudo está adaptado para portadores de deficiencias físicas e visuais, as hitórias de várias obras estão em braile. Há reprodução em audio, também. O pintor acreditava que arte além de pedagógica, seria a única arma contra as desigualdades sociais. A Capela da Nona, é o único espaço limitado aos visitantes não portadores de deficiencia, mas já os portadores de deficiencias podem ver e sentir ainda mais através de suas grandezas de espírito ao ler reproduções dos afrescos da capela. Candido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903, numa fazenda de café em Brodoswki, no Estado de ão Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, recebeu apenas a instrução primária de desde criança manifestou sua vocação artística. Aos quinze anos de idade foi para o Rio de Janeiro em busca de um aprendizado mais sistemático em pintura, matriculando-se na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro da Exposição Geral de Belas-Artes, de tradição acadêmica. Vai para Paris, onde permanece durante todo o ano de 1930. Longe de sua pátria, saudoso de sua gente, Portinari decide, ao voltar para o Brasil em 1931, retratar nas suas telas o povo brasileiro , superando aos poucos sua formação acadêmica e fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista a anti-acadêmica moderna. Em 1935 obtém seu primeiro reconhecimento no exterior, a Segunda menção honrosa na exposição internacional do Carnegie Institute de Pittsburgh, Estados Unidos, com uma tela de grandes proporções intitulada CAFÉ, retratando uma cena de colheita típica de sua região de origem.

Candido Portinari produziu mais de 4500 trabalhos, entre pinturas, murais, painéis, telas e gravuras. Ele soube registrar emocionadamente o homem - especialmente o homem brasileiro. A terra - trabalhada e sofrida - uma aguçada nostalgia da infância. O drama e a poesia, o trágico e o lírico nortearam suas obras.
Mestre em todas as técnicas Portinari se utilizou também do desenho, carvão, óleo com pincel seco e nanquim a bico-de-pena, até chegar a lápis de cor, o quadro e a aquarela. Na gravura a Água forte, a Ponta-seca, monotipia, a iconografia, litografia e a serigrafia. Portinari foi antes de tudo, um inovador. Em 1913, aos dez anos Portinari faz seu primeiro desenho conhecido, o “Retrato de Carlos Gomes”.Entre 1923 e 1924, pintou uma tela de grande dimensões, fugindo aos padrões de escola: é o Baile na Roça. O júri anual da Escola de Belas Artes o recusa. Com padrões comportados pinta o retrato de Olegário Mariano - ganha o prêmio de viagem para a Europa. A obra O Mestiço, de 1934, foi a primeira pintura de Portinari adquirida por instituição pública - a pinacoteca do Estado. Entre 1952 e 1956, Portinari realiza os painéis Guerra e Paz para a sede da ONU (Organização das Nações Unidas), nova York. Neles não há mais o Portinari da pequena aldeia de Brodósqui, Paris ou Rio de Janeiro, e sim o Portinari sem fronteiras, um Portinari Universal. Na obra O Descobrimento do Brasil, 1954 - a movimentação intensa dos grupos sugere o eminente desembarque para a posse da terra. Em 1944 e 1945, realiza os trabalhos para a igreja da pampulha em Belo Horizonte.


SERVIÇO

Praça Candido Portinari, 298
Brodowski - SP
CEP: 14340-000
FONE/FAX :(016) 3664-4284
museu@casadeportinari.com.br

Visitação pública
Terça a Domingo
9:00h às 17:00h

Brando: estilo realista


Marlon Brando Junior, nasceu em Omaha - Nebraska, aos 3 de Abril de 1924 - e faleceu em 1 de Julho de 2004.

Considerado um dos grandes atores de língua inglesa de todos os tempos, e adepto do estilo realista do famoso Método Stanislavski. Logo em seu primeiro filme despertaria a atenção quando interpretou um jovem ex-combatente, personagem angustiado por estar preso a uma cadeira de rodas. Em um Bonde Chamado Desejo, peça de Tennessee Williams, ele interpretou Stanley Kowalski, e viraria o mais novo astro.

Seu priemiro Oscar viria com o filme On the Waterfront [ Sindicato de Ladrões no Brasil e Há Lodo no Cais - em Portugal ]. Em " Queimada !, onde interpretava um personagem que mostrava uma visão histórica do que teria sido a política de colonização européia na América, com os portugueses e espanhóis agindo com violência e ganância, enquanto os ingleses buscavam tomar para si as colônias, atuando nos bastidores com mentiras e falso apoio aos nativos colonizados. No ano de 1961 ele passa para trás das câmeras e dirige Dirigiu apenas um filme: o western A Face Oculta, onde substituiu Stanley Kubrick. Foi muito elogiado pela crítica européia e norte-americana. No western que fez com Jack Nicholson, - Duelo de Gigantes, 1976 -, ele faz um pistoleiro bem esquisito, dando continuidade à sua visão e a do diretor Arthur Penn, inovadora mas com tendências acentuadas para parodiar o gênero.

A partir dos anos 80 ele interrompe sua carreira e se retira para uma ilha no Oceano Pacífico, na Polinésia, da qual era o dono desde 1966. A vida sedentária lhe faria ganhar muito peso, e não mais encantaria o mundo com sua beleza rebelde. Neste período, chegou a participar de algumas paródias classe D para poder se manter. Ele começava a passar por sérias dificuldades financeiras, o que viria se agravar ainda mais quando o seu filho Christian julgado e condenado por assassinato do namorado da irmã Cheyenne; que mais tarde viria suicidar-se, (1995). Mas seu estilo como ator alcançaria o auge do sucesso e da fama nos anos 70, com The Godfather (O Poderoso Chefão, no Brasil, e O Padrinho - em Portugal) e O Último Tango em Paris, entre outros, tendo sido premiado com dois Óscars pela Academia de Hollywood.

Filmografia

2006 - Superman - O Retorno (Superman Returns) (foram usados sons e imagens de arquivo digitalmente modificados) 2001 - A cartada final (Score, The) 1998 - Loucos por dinheiro (Free money)
1997 - O bravo (Brave, The) 1996 - A ilha do Dr. Moreau (Island of Dr. Moreau, The) 1995 - Don Juan de Marco (Don Juan de Marco) 1992 - Cristóvão Colombo - A aventura do descobrimento (Christopher Columbus: The Discovery) 1990 - Um novato na máfia (Freshman, The) 1989 - Assassinato sob custódia (A dry white season) 1980 - A fórmula (Formula, The) 1979 - Apocalypse Now (Apocalypse Now) 1979 - Raoni (Raoni: The Fight for the Amazon) 1978 - Superman - O filme (Superman) 1976 - Duelo de gigantes (Missouri breaks, The) 1972 - Os que chegam com a noite (Nightcomers, The)

1972 - Último tango em Paris (Last tango in Paris) 1972 - O poderoso chefão (Brasil) ou O Padrinho (Portugal) (Godfather, The) 1969 - Queimada (Quemada!) 1968 - A noite do dia seguinte (Night of the following day, The) 1968 - Candy (Candy)

1967 - O pecado de todos nós (Reflections in a golden eye)
1967 - A condessa de Hong Kong (A countess from Hong Kong) 1966 - Sangue em Sonora (Appaloosa, The) 1966 - Caçada humana (Chase, The) 1966 - Meet Marlon Brando 1965 - Morituri (Morituri)
1964 - Dois farristas irresistíveis (Bedtime story) 1962 - O grande motim (Munity on the bounty)
1962 - Ugly American, The 1961 - A face oculta (One-eyed jacks) 1959 - Vidas em fuga (Fugitive kind, The) 1958 - Os deuses vencidos (Young lions, The) 1957 - Sayonara (Sayonara) 1956 - Casa de chá do luar de agosto (Teahouse of the August Moon, The) 1955 - Eles e elas (Guys and dolls) 1954 - Sindicato de ladrões (On the waterfront) 1954 - O selvagem (Wild One, The) 1954 - Desirée, o amor de Napoleão (Desirée) 1953 - Júlio César (Julius Caesar) 1952 - Viva Zapata! (Viva Zapata!) 1951 - Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire) 1950 - Espíritos indômitos (Men, The)

quarta-feira, 14 de março de 2007

Artesãos do Pontífice


Artesãos colocam pequenas cidades brasileiras no roteiro de Bento XVI. Minas Gerais através de Benedito Santeiro, Potim, São Paulo, com enxoval que Bento XVI, em Aparecida medalha comemorativa feita por artesão-ourives.

A cidade de Potim, localizada a 170 km da capital de São Paulo, foi incluída no roteiro da visita do Papa ao Brasil. Uma ONG de artesãs da cidade tem uma encomenda pra lá de especial: confeccionar o enxoval do Papa Bento XVI, que virá ao Brasil entre os dias 9 e 13 de maio. São quatro as artesãs que fazem parte de um grupo de 150 mulheres da ONG Orienta Vida, de Potim, e que foram escolhidas para confeccionar as peças que serão utlizadas pelo pontífice. A organização que já existe há sete anos e faz trabalhos para importantes grifes do mundo da moda, agora, os esforços tem objetivo sacro. Elas tecem fio por fio elas trabalham no enxoval que o Papa Bento XVI irá usar durante a visita a Aparecida. A técnica para o enxoval do Papa foi criada na França, por volta do século XVIII, e atualmente só dois lugares no mundo trabalham com essa tipo de bordado. A técnica é muito difícil de ser aplicada e avamçam apenas 15 centinmetros por dia, mas as artesãs garantem que vão correr para entregar o presente em tempo. Por enquanto a única peça pronta do enxoval é a parte de cima de uma almofada, ainda faltam o lençol, o vira-lençol e a fronha. O presente ao pontífice foi uma doação anônima de um casal de Aparecida. Os valores também não foram atendendo pedido dos doadores. Segundo informações da ONG, nenhum desenhos feitos para o enxoval papal, jamais serão copiados; é único no Paós. Bento XVI ai passar por Potim, na viagem de volta a Aparecida, depois que visitar a Fazenda Esperança, para dependentes químicos em Guaratinguetá.

Minas Gerais

Benedito Santeiro, artesão do pequeno município de Nazareno, 220 quilômetros de Belo Horizinte, recebe também uma incumbencia muito especial, a de realizar imagem em madeira do primeiro santo brasileiro, Frei Galvão, que será canonizado dia 11 de maio em missa campal no Campo de Marte, Zona Norte de São Paulo. Há mais de 25 anos como artesão, Santeiro já rezlizou várias obras, mas sem dúvida esta é seu maior feito, a obra de arte mais famosa. A imagem que será posta no altar, mede 65m, tem uma faquinha na mão e uma seta indicando a cidade de Guarantiguetá. Mas ele está confeccionando uma menor para presentear o papa Bento XVI. Entre Minas Gerais, Pernambuco e Bahia sua arte é bem conhecida. Agora chegou a vez de todo o País e parte do mundo reconhecer seu talento. "É, sem dúvida, uma grande honra fazer esta imagem, e ainda mais se tratando do primeiro santo barsileiro" diz Santeiro. [Medalhas em bronze, prata e ouro. Mais informações sobre os produtos: www.medalhacomemorativa.com.br [Francisco Martins]

terça-feira, 13 de março de 2007

Goya no Masp


Gravura de Goya da série Os Caprichos: crônica de uma Espanha em transformação

Um dos poucos gênios da arte que foram tão compromissados com seu tempo e seus ideais quanto o espanhol Francisco José de Goya y Lucientes (1746-1828); nos palácios, acolhido por monarcas encantados com os padrões decorativos e os retratos que produzia, seja fora deles, onde encontrava temas para uma crônica visual da época, o pintor e gravador manteve um olhar atento ao que o circundava. Isso incluía rir do ridículo de uma nobreza em decadência ou flagrar os costumes sociais. Goya efetivou boa parte dessas representações em quatro séries de gravuras.

A primeira leva, criada em 1799, chamou-se Os Caprichos e satirizava os vícios da sociedade espanhola. Seguiram-se Desastres da Guerra, calcada nas invasões napoleônicas, Tauromaquia, voltada às touradas, e, por fim, Provérbios e Disparates, de contexto surreal. A partir de domingo (18), o Masp mostra conjunto completo de 218 peças pertencentes à instituição espanhola Caixanova. Em comum aos trabalhos, o tom sombrio e muitas vezes cruel é resultado também de uma doença rara que deixou Goya surdo até o fim da vida. [À esquerda autoretrato, e acima " Os Caprichos]

Masp. Avenida Paulista, 1578, 3251-5644, Metrô Trianon-Masp. Terça a domingo, 11h às 18h. R$ 15,00. A bilheteria fecha às 17h.

Grátis às terças e nos demais dias para menores de 10 anos, pessoas com mais de 60 e grupos de estudantes de escolas públicas agendados ( 3283-2585). Até 20 de maio. A partir de domingo (18).

Masp: arte e arqitetura


Muito são os rumores sobre formas de obterem obras para o museu, o que gerou muitas críticas aos fundadores Chateaubriand e Bardi,[foto Bardi e busto de Chateaubriand]

O museu é uma instituição particular sem fins lucrativos e foi fundado na cidade de São Paulo, em 1947, pelo empresário e jornalista Assis Chateaubriand (1892 - 1968), proprietário dos Diários Associados. Aliado ao crítico de arte, marchand e antiquário italiano Pietro Maria Bardi (1900 - 1999), seu diretor desde a data de sua fundação até 1990. Os dois formam a mais importante coleção de arte européia da América Latina. O processo de aquisição de obras dá-se principalmente entre 1947 e 1960. Ao Bardi, ex-proprietário de galerias em Milão e Roma, coube a tarefa de procurar e selecionar as obras que deveriam ser compradas nas mais conceituadas galerias européias e norte-americanas. Chateaubriand se responsabilizaria por encontrar doadores e mecenas engajados em sua causa de ter no Brasil um museu de renome internacional. Muita obras foram conseguidas de forma muitas vezes criticáveis. A coleção, notabilizada pelo conjunto de pinturas italianas do século XIII ao XIX e pela coleção de arte francesa, a mais extensa do museu, tendo como destaque os impressionistas e pós-impressionistas. Após os primeiros anos de aquisição, o Masp aumenta seu acervo somente com doações espontâneas de artistas e particulares. Nos três primeiros anos de existencia, o museu funcionaria em uma sala de 1.000 metros quadrados na rua 7 de Abril, sede dos Diários Associados.

Projeto museográfico

O projeto museográfico ficou por conta da arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914 - 1992), que se casaria com Bradi. A instituição abre sua portas dividido em quatro ambientes: pinacoteca, sala de exposição didática sobre a história da arte mundial, com pranchas repletas de reproduções, documentos, textos e fotografias colocados em duas folhas de vidro e sustentados por tubos de alumínio, nos quais os visitantes podiam acompanhar uma síntese do desenvolvimento da arte; sala de exposições temporárias e auditório. Essa divisão reflete sua vocação de museu gerador de conhecimento e cultura, oposta à idéia de museu como simples depositório de obras de arte. No ano de 1950, o museu passa a ocupar quatro andares do mesmo edifício, um local bem planejado. Já de 1953 a 1957, é realizada turnê internacional com o acervo principal do Masp, que é elogiado e amplamente visitado em países como França, Alemanha, Bélgica, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. Em 1958 Lina Bo Bardi realiza projeto do edifício atual, da avenida Paulista, sede do museu, e foi inaugurado em 1968, e contou com com a presença da rainha Elizabeth II, da Inglaterra. O projeto bem audacioso com estrutura de concreto e vidro, cujo corpo principal é sustentado por duas estruturas laterais sobre um vão livre de 74 metros. O prédio do Masp torna-se um marco da arquitetura moderna brasileira, e um símbolos arquitetônicos da cidade de São Paulo. Já no que diz respeito à museografia, Lina Bo Bardi inova também, ao utilizar lâminas de cristal temperado amparadas por um bloco de concreto aparente como base para as pinturas. A intenção é imitar a posição do quadro no cavalete do artista em seu ateliê. Essas bases, que atualmente não são mais utilizadas, traziam no verso dos quadros pranchas com informações sobre o pintor e a obra.

Obras nacionais e estrangeiras

Além do vasto acervo de pintura estrangeira, o Masp possui também uma seção de arte nacional cujo célula são as obras de Candido Portinari (1903 - 1962), da coleção pessoal de Assis Chateaubriand. As esculturas comparecem em número menor, sobressaindo o conjunto de 73 bronzes do impressionista Edgar Degas (1834 - 1917). Há conjuntos de arte africana e asiática, de gravuras - obras de Francisco de Goya (1746 - 1828) e Max Beckmann (1884 - 1950) -, de desenhos - Debret (1768 - 1848), Tarsila do Amaral (1886 - 1973), Flávio de Carvalho (1899 - 1973) -, de cerâmica e peças arqueológicas. Mas o destaque é a coleção de pinturas, com obras de: Andrea Mantegna (ca.1431 - 1506), Rafael (1483 - 1520), Ticiano (ca.1488 - 1576), Jacopo Tintoretto (1519 - 1594), Hieronymus Bosch (ca.1450 - 1516), El Greco (1541 - 1614), Diego Velázquez (1599 - 1660), Hans Holbein (ca.1497 - 1543), Goya, Claude Monet (1840 - 1926), Jean-Baptiste-Siméon Chardin (1699 - 1779), Peter Paul Rubens (1577 - 1640), Anthony van Dyck (1599 - 1641), Nicolas Poussin (1594 - 1665), Jean-Auguste-Dominique Ingres (1780 - 1867), Eugène Delacroix (1798 - 1863), Gustave Courbert (1819 - 1877), Eduard Manet (1832 - 1883), Jean-Baptiste-Camille Corot (1796 - 1875), Henri Matisse (1869 - 1954), Pablo Picasso (1881 - 1973), Amedeo Modigliani (1884 - 1920), Vincent van Gogh (1853 - 1890), Paul Gauguin (1848 - 1903), Pierre Auguste Renoir (1841 - 1919), Joseph Mallord William Tuner (1775 - 1851), John Constable (1776 - 1837), e outros. [Francisco Martins]

domingo, 11 de março de 2007

Detanico & Lain: Ano Zero


Ângela Detanico e Rafael Lain, artistas de Caxias do Sul, traduzem texto em imagem e refletem sobre o tempo e o movimento e suas relações com o espaço físico.

Uma constelação de círculos de acrílico ocupa o térreo da Galeria Vermelho em São Paulo. São letras de um alfabeto criado por Ângela Detanico e Rafael Lain, artistas de Caxias do Sul juntos no coletivo Detanico & Lain, que vão representar o Brasil na Bienal de Veneza em junho e acabam de inaugurar a primeira exposição individual no Brasil. Na mostra Ano Zero, que abre nesta terça-feira, 27 de fevereiro, para convidados e vai até 24 de março, os artistas apresentam obras inéditas e outros trabalhos que retomam a pesquisa estética da dupla. Morando em Paris, Detanico & Lain são mais conhecidos no circuito internacional do que no Brasil, mas o estudo de tipos e a desconstrução da linguagem típicos de suas obras fazem sentido universal. Eles traduzem texto em imagem e refletem sobre o tempo e o movimento e suas relações com o espaço físico, derivando de convenções já conhecidas para criar novas formas de percepção. Na obra Nomes das Estrelas, que ocupa quase todo o primeiro andar da galeria, escrevem com a fonte Helvetica Concentrated, trabalho de 2004 desenvolvido em parceria com o artista tcheco Jiri Skala, os nomes de 22 astros. Cada letra concentra toda a matéria num único ponto, reduzindo todo o alfabeto latino a círculos de dimensões que variam de acordo com o volume. Esse alfabeto de círculos, que então ganha o peso das constelações, serve como primeiro capítulo na cartilha de reorganização espacial que orienta a obra de Detanico & Lain. Os artistas enxergam movimento onde não há e isolam pigmentos para criar, a partir de um momento congelado, uma sucessão de variações cromáticas. Certa inquietação leva sempre à implosão da forma primária, do ponto de partida. Em Broken Morse, também no segundo andar, a tela Gallery of the Louvre de Samuel Morse, é esfacelada em 256 momentos monocromáticos, cada um mostrando os pixels da mesma cor numa seqüência que esmiúça no tempo a tela do artista inventor do telégrafo. São doses instantâneas e isoladas de cor em sucessão numa animação inédita. Os artistas representarão o Brasil na Bienal de Veneza.

SERVIÇO

Ano Zero
de Ângela Detanico e Rafael Lain
de 27 de fevereiro a 24 de março
de terças a sextas, das 10h às 19h, e sábados, das 11h às 17h
Galeria Vermelho - Rua Minas Gerais, 350 - São Paulo - SP
(11) 3257 2033
www.galeriavermelho.com.br

Filmes grátis


Curtas grátis até dia 17 de abril

Programação com temática musical. A programação fica em cartaz até o dia 17 de abril, a mostra é dedicada a curtas-metragens que focalizam o universo da Música Popular Brasileira (MPB), do Samba à Bossa Nova, passando pelo Maracatu e o Rap. São filmes de diretores consagrados como Rogério Sganzerla - Noel por Noel -, Bruno Barreto e Walter Lima Jr (juntos, assinam O Tempo e o Som, sobre a Bossa Nova) e Antonio Carlos da Fontoura e Antonio Calmon (dupla responsável pelo documentário Mutantes, sobre o grupo de rock tropicalista). Também tem outros destaque na mostra sobre a MPB são Vinicius de Moraes, um rapaz de família, de Suzana de Moraes; VinteDez, de Francisco Cesar Filho e Tata Amaral; e Rap, o Canto da Ceilândia, de Adirley Queirós. Criada em 2004, a Sessão Curta Cinemateca, espaço de exibição permanente para o curta, acontece às terças-feiras, às 18h, na Sala Cinemateca.

Largo Senador Raul, n° 207 - Vila Mariana -São Paulo
Entrada franca. (11) 5081-2954 ou 5084-2177
www.cinemateca.com.br

Programação:

13 / março: Da Terra, de Janaína Diniz Guerra (2005)
Jorjão, de Paulo Tiefenthaler (2004)
Mestre Humberto, de Rodrigo Savastano (2005)

20 / março: VinteDez, de Francisco Cesar Filho e Tata Amaral (2001)
Êxito de Rua, de Cecília Araújo (2004)
Rap - O Canto da Ceilândia, de Adirley Queirós (2005)

27 / março: O Tempo e o Som, de Bruno Barreto e Walter Lima Júnior (1970)
Vinícius de Moraes, Um Rapaz de Família, de Suzana de Moraes (1983)
Viva a Volta, de Heloísa Passos (2005)

03 / abril: Batuque na Cozinha, de Anna Azevedo (2004)
Jaqueirão do Zeca, de Denise Moraes e Ricardo Bravo (2004)
Coruja, de Márcia Derraik e Simplício Neto (2001)

10 / abril: Fuloresta do Samba, de Marcelo Pinheiro (2005)
Maracatu, Maracatus, de Marcelo Gomes (1995)
O Mundo é uma Cabeça, de Claúdio Barroso e Bidu Queiroz (2005)

17/ abril: Com que Roupa?, de Ricardo Van Steen (1996)
Noel por Noel, de Rogério Sganzerla (1981)
Polêmica, de André Sampaio (1998)

sexta-feira, 9 de março de 2007

Niemeyer na sua parede


Oscar Niemeyer vira calendário de parede no ano de seu centenário

No ano do centenário de Oscar Niemeyer, a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo selecionou, como tema de seu prestigiado calendário, duas destacadas obras do arquiteto, que se mostram tanto mais contemporâneas quanto poéticas: os prédios da OCA e do Auditório, no Parque do Ibirapuera, distantes no tempo, um do outro, mais de meio século. Com traços que se desdobram em curvas de consumada beleza, o arquiteto imprimiu sua marca no material que elegeu para o trabalho - o concreto armado. Mostrou, assim, o quanto este poderia ser maleável, apesar de sua dureza. Não se restringiu, no entanto, a lidar com o concreto a partir do rigor estético, da invenção, da liberdade, mas, reconhecendo sua natureza intrínseca, o tratou também como recurso de tecnologia de ponta, estabelecendo, por meio da arquitetura, marcos para a engenharia nacional. Niemeyer tem atravessado a vida afirmando que esta é mais importante do que a arquitetura. Ao compreender a relevância do ofício que exerce diariamente, completa-o com a visão do humanista atento e participante do seu tempo que é. Com este Calendário 2007, o Governo do Estado de São Paulo se associa às homenagens a Oscar Niemeyer que, com sua obra, projeta mundialmente nosso país." José Serra - Governador do Estado de São Paulo

Calendário Oscar Niemeyer - Parede
R$ 25,00
www.imprensaoficial.com.br
Formas de Pagamento: Boleto Bancário ou Cartão de Crédito.

terça-feira, 6 de março de 2007

Ibama X NKR


Ibama pede suspensão de decisão que permitiu exploração de terras situadas em reserva ambiental

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ajuizou, no Supremo Tribunal Federal (STF), a Suspensão de Tutela Antecipada (STA) 112, contra decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região que concedeu a empresa NKR – Agropecuária Comercial o direito de explorar terras localizadas em área de preservação ambiental. A empresa é proprietária de imóveis situados dentro do Parque Nacional de Ilha Grande, no Paraná (PR), e conseguiu decisão favorável para uso das suas terras até o recebimento da indenização pleiteada estando ainda, protegida de qualquer autuação ou embargo enquanto a ação não transitar em julgado. O argumento utilizado é de que “somente após o pagamento da indenização pela criação do Parque Nacional é que se poderia restringir a utilização do imóvel”.

O Ibama argumenta que o local onde se encontra o imóvel está integralmente dentro da área de várzea do Rio Paraná e tem importância fundamental para preservação do meio ambiente. Acrescenta que “espécies da fauna, como aves migratórias e animais terrestres ameaçados de extinção, dependem destas áreas para pontos de abrigo e alimentação”. No entanto, a empresa fez a drenagem da várzea e plantou pastagem para criação de gado “acarretando a total descaracterização da área e danos irreparáveis ao meio ambiente”. Relata ainda a apreensão de 291 cabeças de gado bovino na propriedade. Com isso, ressalta a “importância e necessidade de preservação das áreas irregularmente exploradas”, o que, segundo o Ibama, traz a necessidade de suspensão da tutela deferida, com a recuperação do meio ambiente.

Indenização

Outra questão debatida na STA é o direito da empresa de ser indenizada. De acordo com o Ibama, o artigo 45, inciso VI, da Lei 9985/00 vedou o pagamento de indenização para imóveis adquiridos após a criação da unidade de conservação, e, seria exatamente este o caso da empresa NKR. Assim, argumenta que a empresa não poderia ter adquirido os imóveis de particulares após a criação da unidade de conservação, pois a partir desta data, todos os imóveis no interior da unidade passaram para propriedade da União Federal. “A autora não pode pleitear judicialmente indenização por desapropriação indireta, pois adquiriu os imóveis após a criação da unidade de conservação e não pode alegar qualquer prejuízo”.

Prerrogativas do Ibama

O Instituto ainda sustenta que a decisão do TRF4 suprimiu as prerrogativas que remetem ao órgão federal a responsabilidade pela fiscalização e licenciamento dos recursos ambientais. Isso aconteceu quando o TRF4 tomou decisão sem “sequer intimar o Ibama para participar do julgamento”. Com base nos argumentos, pede a suspensão da decisão alegando que “as questões que envolvem a proteção do meio ambiente, o risco de dano ambiental é sempre superior ao risco do prejuízo econômico individual, configurando o chamado periculum in mora inverso”. O caso está sob a relatoria da ministra Ellen Gracie, presidente do STF, que já abriu vista ao procurador-geral da República. [FONTE: www.stf.gog.br

segunda-feira, 5 de março de 2007

Dicionário Gonzagueano


Luiz Gonzaga, o Rei do Baião ganha livro à altura de seu talento, com cronologia desde 13 de dezembro de 1912, quando nasceu, até 21 de junho de 1989 quando faleceu aos 76 anos.

Jornalista, pesquisador musical e radialista lança Dicionário Gonzagueano - de A a Z. O livro é resultado de um trabalho sério, a marca do autor, de quem verdadeiramente ama suas raízes e, não quer permitir que a fraca memória do povo para com algumas das grandes personalidades brasileiras, coloque também gonzagão neste hall. É uma obra extraordinária sobre este músico e compositor brasileiro. Ainda bem que esta obra fora realizada por A.A, um baluarte, um lutador em prol da música de qualidade deste país. Assim é o paraibano Assis Ângelo, que fez valer a intimidade que teve com o Rei do Baião, permitiu uma rica ilustração ao livro que aliado ao conteúdo torna-se um dicionário indispensável, completo sobre Luiz Gonzaga. O livro é prefaciado pelo jornalista Donizeti Costa, Dominguinhos e o Mestre Luiz Vieira. O patrocínio é de TRENDS, Engenharia e Tecnologia. [FM]

domingo, 4 de março de 2007

Dom Quixote ou Doré


Edição especial com desenhos de Gustave Doré feitos para o personagens Dom Quixote, o cavaleiro andante do livro de Cervantes, mostra que é impossível separar personagem e artista.

A célebre obra humanista de Miguel de Cervantes foi lançada pela primeira vez no Brasil em 1952, e continha um total de 1800 páginas. Mas por motivos das celebrações dos 400 anos da obra, a Editora Ópera Graphica lançou edição com as ilustrações de Gustave Doré - organizado por Gonçalo Júnior, com todos os 375 desenhos e, pela primeira vez separadas do texto. Um livro feito especialmente para àqueles que amam este tipo de literatura, e o herói Sancho Pança, protagonista da obra e que pode-se descrevê-lo como um ingênuo senhor rural que adora livros com ilustrações de cavalaria. Por acreditar tanto nas narrativas sobre o tema, o levou a tornar-se o cavaleiro andante, e também por acreditar que vivia no tempo das cruzadas, dando vazão para sua delirante epopéia. Todos esses aspectos aparecem de forma redimencionadas nos 375 desenhos que Doré fez para o livro de Miguel Cervantes Saavedra. Quase um século e meio depois de publicar a primeira edição com seus desenhos, o artista Francês Gustave Doré, mantém forte marca em relação ao personagem. Ou seja, é impossível imaginarmos uma imagem de Sancho Pança que não seja de Doré; provavelmente seja este um acontecimento único no mundo da literatura, onde uma composição tão combinada e os dois autores viveram com dois séculos de diferença. Muitas vezes seus desenhos são descrições de paisagens mais diversas - planíceis, serras ou montanhas pelos quais o personagem Sancho Pança peregrina por suas aventuras. Portanto, visando oferecer ao público um trabalho de maior qualidade, o livro organizado por Gonçalo Júnior, não usou como referência, os volumes lançados no Brasil, e sim, dois volumes importados nos idiomas Espanhol / Inglês devido qualidade das gravuras.

Mais informações:
Fruto de Arte - [55 11 / 3337-6920 ]
Artes Plásticas, Desenho e Artesanato
Rua Marquês de Itu, 314 -São Paulo
frutodearte@frutodearte.com.br

quinta-feira, 1 de março de 2007

Rio faz 442 anos: tem o que comemorar?



Confira um roteiro com diversas dicas de programações para curtir a Cidade Maravilhosa na data do seu aniversário

Símbolos máximo das belezas brasileiras, a cidade do Rio de Janeiro, aparentement, continua soberana como cartão postal do país. A repercussão negativa da atuação das facções criminosas no local, crimes cometidos contra os estrangeiros, mesmo assim, eles continuam visitando a capital. Fundada em 1º de março de 1565, Estácio de Sá fundava a cidade foi capital do Brasilpor vários anos. Tudo começou no dia 1º de janeiro de 1502, quando André Gonçalves, comandante de uma expedição, avistou um lugar lindo que pensou ser a foz de um enorme rio. Sem ter dúvida, batizou o local de Rio de Janeiro. E olha que o Rio de Janeiro está ficando cada vez mais importante. Até em Marte! O cientista brasileiro Paulo Souza, da Naza, nomeou uma rocha marciana como Pão de Açúcar, um dos pontos turísticos da cidade. Além disso, o Rio está sendo cotado para ser uma das sete maravilhas do mundo, em uma disputa acirrada que será desvendada no dia 7 de julho em Portugal. Isso sem falar no título de cidade-sede dos Jogos Pan-Americanos 2007. Todo o mundo quer conhecer quer conhecer a "cidade maravilhosa" que oferece uma série de atrações e passeios que agrada a gregos e troianos. O vasto roteiro de atividades e estabelecimentos ainda é o chamariz do local como ponto de referência de turismo.

Iphan lança edital para mestres artífices


O projeto visa identificar e documentar saberes construtivos tradicionais, e
as inscrições podem ser feitas até 12 de março de 2007.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e o Programa Monumenta do Ministério da Cultura, juntamente com Unesco, lançam edital de Licitação de concorrência pública internacional com o objetivo de selecionar instituições de pesquisa para identificar e documentar os saberes dos mestres artífices brasileiros. O Projeto Mestres Artífices busca valorizar os conhecimentos tradicionais da construção de edificações e os seus detentores: ferreiros, canteiros, carpinteiros, mestres em ofícios construtivos, ligados à arquitetura brasileira, que trabalham com diferentes técnicas, como taipa, adobe, pedra entre outras. A idéia principal do projeto é o reconhecimento de que as técnicas tradicionais são úteis e podem ser aproveitadas pela própria arquitetura contemporânea e, principalmente, para o restauro de imóveis históricos, segundo Márcia Sant'Anna, diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan. Também tem como meta a pesquisa, contribuir para a melhoria da qualidade das obras de conservação, restauro e reabilitação de prédios históricos por meio da reinserção desses saberes construtivos no mercado de trabalho, além de possibilitar a capacitação de mão-de-obra

O Projeto

A execução do Projeto Mestres Artífices se dará em três etapas. A primeira refere-se ao levantamento e à documentação dos saberes construtivos tradicionais, e será desenvolvida pelas instituições de pesquisa selecionadas pelo edital. Paralelamente, será iniciado em todo o território nacional o Cadastro de Mestres Artífices. As fichas do cadastro estarão disponíveis na internet assim como nas representações regionais do Iphan. Já a terceira etapa prevê a criação de um Sistema de Certificação de Artífices, que será uma forma de credenciamento oficial dos especialistas nas técnicas tradicionais de construção. O sistema visa reconhecer o grau de aprendizado em cada ofício e identificar rotinas que garantam que esse aprendizado será transmitido para outros profissionais. As instituições de pesquisa selecionadas pelo Edital realizarão trabalho de campo nos seguintes estados: Minas Gerais; Pará; Paraíba e Pernambuco; e Santa Catarina. A metodologia aplicada será a do Inventário Nacional de Referências Culturais - INRC, desenvolvida pelo Iphan. Ao término, documentários em vídeo sobre os principais mestres identificados; glossário de termos utilizados regionalmente para designar materiais e técnicas construtivas; banco de dados de mestres artífices e mais uma série de produtos gráficos referentes ao tema. As instituições de pesquisa interessadas em participar da seleção pública internacional deverão preencher os formulários anexos ao Edital e apresentar proposta à Unesco em Brasília, até o dia 12 de março de 2007.

Mais informações: Unesco
Telefone (61) 2106-3500
Fax: (61) 3322-4261
licita@unesco.org.br
www.unesco.org.br/edital