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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Maurício Cardim em Belo Horizonte

‘Cidades Mineiras Sob Olhar de Maurício Cardim’ na Galeria de Arte da Rodoviária, em Belo Horizonte, aumenta vínculo afetivo com estado.

Câmera em punho e um olhar viajante Maurício Cardim já percorreu quase todo o país a procura de boas imagens. Esta mostra apresenta 40 fotos formato 30x40 coloridas, é uma espécie de o melhor do melhor do trabalho que ele vem realizando sobre as cidade do estado mineiro. Em dezembro de 2005 lançou a mostra "Cidades Mineiras Sob o Olhar de Maurício Cardim", na Casa de Cultura de Sete Lagoas, juntamente com o fotógrafo Alan Wehner, e posteriormente no Espaço Cultural "Maria Magdalena Alves Padrão". Sobre o estado mineiro, até o momento já fotografou 120 Municípios, o que faz dessa mostra em Belo Horizonte um ótimo entretenimento cultural tanto para os mineiros quanto para todos que por lá passarem. Antes de se tornar profissional já fotografava, e muito. Iniciou a carreira na capital paulista em 1983 fotografando personalidades do meio artístico da televisão, rádio, teatro e cinema. Há mais de dez anos ele vem fotografando profissionalmente o país - e algumas cidades da América do Sul. Com o projeto cultural "Um Olhar Sobre o Brasil", sua carreira obteve maior notoriedade, haja vista a grandiosidade do trabalho, e foi a partir desse trabalho que sua história profissional com Minas Gerais começou.

Descobrindo MG
O fotógrafo tem centenas de imagens de várias partes do país usadas em cartões-postais e 100 exposições individuais e algumas em parceria com o fotógrafo Alan Wehner. Nos últimos dez anos ele está empenhado em retratar as cidades mineiras sendo que, Sete Lagoas é fotografada por ele há quase cinco anos consecutivamente. “Sou apaixonado confesso por Minas Gerais e acabei fixando residência no Estado mineiro, e fiz uma parceria profissional com a Rede Padrão de Comunicação, Rádios e Jornal’, do jornalista e advogado e escritor Geraldo Padrão”, disse Cardim. O fotógrafo morou por 33 anos na capital paulista, e em novembro de 2006, Cardim deu início a uma nova empreitada na vida fotográfica, e investiu nas cidades mineiras e entre os locais históricos vale citar também as cidades que compõem a Estrada Real. ‘O propósito é fotografar as cidades do entorno daquele complexo, que vem chamando a atenção do Brasil e do mundo e, será concretizado de uma maneira bem absorvente’ relata Maurício Cardim. Apesar da qualidade do trabalho e perfil profissional, ele ainda busca apoio para concretizar novas exposições e a confecção de mais cartões-postais. É uma boa dica para quem tiver interesse em apoiar este trabalho de cunho histórico e cultural. [Formas&Meios ]
Serviço:
Galeria de Arte da Rodoviária
Praça Rio Branco, 100 - centro – B.H.
visitação gratuita.
De 29/10 até 12/11

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

“Livro é Show” , campanha de doação

DÉGAGÉ - Assessoria de Imprensa informa > “Livro é Show” é a campanha de doação que a8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará vai promover em novembro A 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará vai promover uma campanha dedoação de livros que é, literalmente, “show”.

É a campanha ”Livro é Show”,que vai trocar livros por ingressos para as apresentações musicais e deteatro, entre os dias 14 e 21 de novembro, como parte da programação daBienal.A campanha funcionará da seguinte forma: Com a doação de 01 a 09 livros,recebe-se 01 ingresso. Quem doar a partir de 10 livros, recebe o número delivros doados mais 03 ingressos. De 20 livros em diante, cada livro doado dádireito a 02 ingressos. Serão disponibilizados 800 ingressos para cada show.O ponto de troca será na Biblioteca Estadual Gov. Menezes Pimentel. Serãoaceitos somente livros não-didáticos novos ou usados, desde que estejam embom estado de conservação. Não serão aceitos periódicos, almanaques, guias,manuais, listas telefônicas nem livros em fotocópias. Os livros arrecadadosserão destinados às Bibliotecas Regionais.Com entrada e toda a programação gratuita, a 8ª Bienal Internacional doLivro do Ceará acontecerá de 12 a 21 de novembro no Centro de Convenções doCeará e na Unifor.
A realização é do Governo do Estado do Ceará, por meio daSecretaria da Cultura (Secult), com patrocínio da Submarino e Petrobras.Promoção: Sindilivros. Parceria: Unifor. Apoio: SESC/SENAC, Unimed, Cagece eServis.


PROGRAMAÇÃO DE SHOWS E TEATRO
Os shows e o espetáculo teatral vão acontecer no auditório principal doCentro de Convenções, que na Bienal do Livro terá o nome de Teatro JoséCarlos Matos.Dia 14 - 19h: Victor RamilDia 15 - 10h: Os Bufões Cantam Flávio PaivaDia 15 - 19h: Cordel do Fogo Encantado [foto] - “Mercadorias e Futuro” (espetáculoteatral)Dia 16 - 19h: Cordel do Fogo Encantado (show)Dia 17 - 19h: A Rainha e os Vaqueiros – “Aboios – O Som do Sertão”Dia 20 - 19h: Cabezas de Cera (México)Dia 21 - 10h – Os Bufões cantam Flávio PaivaDia 21 - 19h – Fernanda Takai – “Onde Brilham Os Olhos Teus” A programação de shows dos dias 18 e 19 está a confirmar. Mais detalhes sobre a campanha “Livro é Shows” podem ser obtidos na produção da 8ª BienalInternacional do Livro do Ceará: (85) 3267.2283.16/10/2008

DÉGAGÉ - Assessoria de Imprensa
Jornalistas Responsáveis: Sônia Lage e Eugênia Nogueira
(85)3252.5401 – (85)9989.5876
degage@degage.com.br / http://www.degage.com.br/

Entre o Plano e o Espaço

Canal Aberto Assessoria de Imprensa informa> Com curadoria de Cauê Alves, exposição abre dia 21 de outubro, mostra Entre o Plano e o Espaço.
Dia 21 de outubro de 2008, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud abre a exposição Entre o Plano e o Espaço, uma coletiva com curadoria de Cauê Alves. A exposição traz, no total, 23 obras de 17 artistas como Elisa Bracher, Waltercio Caldas, Carlito Carvalhosa, Sérvulo Esmeraldo, Célia Euvaldo, Daniel Feingold, Iole De Freitas, Marco Giannotti, Carmela Gross [obra em destaque], Elizabeth Jobim, Geórgia Kyriakakis, Alberto Martins, Silvia Mecozzi, Cassio Michalany, Maria-Carmen Perlingeiro, Tuneu e Carlos Zilio.


As obras, dispostas numa nova formatação da galeria (todos os painéis foram removidos e colocados de forma pivotada), propõe relações espaciais que dialogam entre si. Sem um percurso linear, Alves afirma que “há um respiro entre as obras, os ângulos diferentes dos painéis podem sugerir e provocar relações distintas entre as obras escolhidas para a exposição”.No texto para Entre o Plano e o Espaço, o crítico escreve: “(...) A questão central da exposição é o termo “entre”, o intervalo entre o plano e o espaço, tanto as virtualidades do plano quanto a efetividade dos objetos, mas também o que se dá entre o sujeito e o mundo: a experiência. A seleção final da exposição evitou aqueles trabalhos de caráter ilusionista e enfatizou o terreno ambíguo entre pintura, fotografia, desenho, relevo e escultura. Os trabalhos apresentados, apesar da indeterminação que é própria da arte, não camuflam sentidos ou conteúdos e se oferecem à percepção revelando sua própria realidade.


”Exposição - Entre o Plano e o Espaço
Gabinete de Arte Raquel Arnaud

A partir de 21 de outubro (convidados), até 25 de Novembro de 2008.

Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h.

Grátis.Rua Arthur Azevedo, 401 - Pinheiros, São Paulo, SP - http://www.raquelarnaud.com/


Informações para a imprensa

Canal Aberto – 11 2914 0770/ 3798 9510 / 9126 0425 –

Márcia Marques

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Teixeira de Freitas - jurisconsulto

Fundador do Instituto da Ordem dos Advogados Brasileiros e encarregado de codificar as leis civis do país.

Augusto Teixeira de Freitas nasceu na cidade baiana de Cachoeira, em 19 de agosto de 1816. Filho dos barões de Itaparica, concluiu o curso Humanidades em Salvador, BA, e terminou o curso de Direito em Recife, PE, 1836. Começou a trabalhar como advogado na terra natal e logo foi feito juiz, em Salvador, por ocasião do movimento rebelde chamado de 'sabinada'. Transferiu-se para o Rio de Janeiro aí decidiu-se ao culto do direito e a advocacia, tendo sido o fundador do Instituto da Ordem dos Advogados do Brasileiros. Foi encarregado pelo governo federal de codificar as leis civis do País. Realizou trabalhos relevantes do qual resultaram a 'Consolidação das Leis Civis' e mais o 'Esboço do código Civil'. Tem em sua homenagem, a cidade baiana que leva seu nome Teixeira de Freitas.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Elias Lobo – professor e músico

Adotado pelo padre Antônio Feijó compôs música sacra e ‘São Pedro de Alcântara’ foi dedicada a D. Pedro II e depois passaria a composição lírica.


Elias Álvares Lobo nasceu em Itu interior, paulista, em 1834. órfão de pai desde os seis anos, toda sua família, mãe e irmãos, passaram a viver às custas de um tio. Logo passou a ser protegido pelo padre Diogo Antônio Feijó, e pôde estudar latim, francês e aritmética, geometria e música. Com o falecimento do padre Feijó, viu-se impossibilitado de prosseguir em seus estudos, então, dedicou-se especialmente a musica sacra e de caráter regional. Em 1856, escrevia com sucesso a primeira missa.
Em seguida escreveu outras com idem sucesso ' São Pedro de Alcântara', 1858, dedicando-a a Dom Pedro II. Depois, passou-se para o gênero lírico, e sua ópera ' Noite de São João', extraída do livreto de José de Alencar, foi levada à cena sob regência de Carlos Gomes, em 14 de dezembro de 1860, no Rio de Janeiro. Foi um êxito sem precedentes sua composição. A Ópera Nacional o convidou a fazer uma viagem de aperfeiçoamento em seus estudos na Europa, porém ele declinou do convite. A necessidade de cuidar da família teria sido o motivo da não aceitação do convite. No ano de 1879 publicou um compendio que teve muita aceitação nos meios de ensino musical: "Arte de Música'. Deixou obra vastíssima. Dedicou-se ao magistério em seus últimos anos de vida.

Jackson de Figueiredo - escritor

Escritor e revisor, por causa de uma forte gripe que quase o levou à morte, ele se converteu ao catolicismo. Sua vida estudantil foi marcada por brigas corporais.
Nasceu em Aracajú, SE, no dia 9 de outubro de 1891 o escritor Jackson de Figueiredo. Figueiredo tinha um espírito totalmente inconformado com qualquer tipo de injustiça, além de ser dotado de grande coragem pessoal. Sua vida estudantil foi muito agitada, com brigas freqüentes. No ano de 1915 já era bacharel pela Faculdade de Direito da Bahia. Transferindo-se para o Rio de Janeiro, iniciou-se em jornalismo como revisor de provas parlamentares. Exerceu advocacia , em menor escala. Em 1918, foi acometido de forte gripe, e a partir daí teria se convertido ao catolicismo, do qual virou grande líder. Foi fundador da revista 'A Ordem' e um os fundadores do Centro Dom Vital, no Rio de Janeiro. Entre suas obras mais conhecidas citam-se 'Zíngaros', 'Humilhados e Luminosos' , Xavier Marques', 'Crepúsculo Inferior',

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

“Canjerê – Memórias de uma Benzedeira”





“Canjerê – Memórias de uma Benzedeira” - Instituto Cultural Capobianco – Teatro da Memória . O texto é de Marco Romano e Reinaldo Sanches, que também assina a direção.
Uma velha benzedeira relembra sua vida e sobrevoa o Brasil numa jornada mágica, através de suas experiências, contando sempre com a ajuda de leais companheiros. Esta fantástica viagem cantada e contada é rica em significados e mistura o culto e o popular, o urbano e o regional, o escrito e o oral, contribuindo para o estabelecimento de uma “fala brasileira”. Temporada até 26 de outubro, sábados às 21h e domingos às 20h. Para saber mais sobre o espetáculo acesse http://www.activemailpro.com.br/
“Mostra Primavera Dança - Teatro Coletivo Fábrica
”“CONHECE-TE A TI MESMO” - Concepção, criação e interpretação - Paula SallesNeste espetáculo a intérprete recebe presentes aleatoriamente escolhidos pelos espectadores e improvisa a partir do que recebeu. Com isso, brinca com aquilo que lhe é essencial na trajetória da cena, abrindo-se à novidade e à surpresa. Dia 15 de outubro às 21h - Teatro Coletivo Fábrica - Rua da Consolação 1623 – SP Para saber mais acesse http://www.activemailpro.com.br/
“Baião de Dois” - Teatrix

Dois atores, dois amigos, dois talentos: Vida Vlatt e André Rangel. Dois malucos que se uniram para fazer “Baião de Dois”, um besteirol de primeira linha (com leve toque de realidade).O espetáculo – que vai fazer todo mundo morrer de rir - é dividido em seis esquetes e fica em cartaz até o dia 9 de dezembro, sempre às terças-feiras às 21h30.Para saber mais sobre o espetáculo acesse http://www.activemailpro.com.br==/
“O Analista de Bagé – O Filho Gay” - Teatro Eva Wilma
Machão convicto, apegado às suas tradições, autêntico, conservador, sem complicação alguma, sincero, mais grosso que rolha de poço... Eis aqui algumas facetas do “Pai Doto”, caracterização criada pelo cineasta paulistano Claudio Cunha, aplaudida por mais de 2 milhões de espectadores nos palcos de todo o Brasil. 2 recordes no Guinness Book. Temporada até 8 de novembro, sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 20h. Para saber mais sobre o espetáculo acesse http://www.activemailpro.com.br/ [Matéria completa em http://www.formasemeios.blogs.sapo.pt/

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Machado de Assis até março de 2009

Exposição sobre Machado de Assis vai até março de 2009

Devido ao grande sucesso da exposição “Machado de Assis: Mas Este Capítulo Não é Sério”, em homenagem ao centenário da morte do escritor, o Museu da Língua Portuguesa decide prorrogar a mostra até o dia 1º de março de 2009. Aberta ao público em julho passado, a exposição já registrou 120.409 visitantes e já é a mostra mais visitada em São Paulo. "Pela demanda de visitas que recebemos, nada mais sensato do que prorrogar a exposição e a homenagem a Machado", explica Antonio Carlos Sartini, superintendente do Museu.
A mostra ocupa o espaço de exposições temporárias no primeiro andar do museu. A coordenação geral é de Ana Helena Curti, com arquitetura de Pedro Mendes da Rocha, curadoria de Cacá Machado e Vadim Nikitin e consultoria de José Miguel Wisnik. [Foto Gilberto Marques]

Machado de Assis: Mas este capítulo não é serio Até 1/3/2009 Museu da Língua Portuguesa Praça da Luz, s/nº - Luz
Tel.: (11) 3326-0775
http://www.museulinguaportuguesa.org.br/
Terça a domingo, das 10h às 17h
R$ 4 e meia-entrada, grátis aos sábados
ESTACIONAMENTO: não possui
ACESSIBILIDADE: sim
Da Secretaria da Cultura

Valério Vieira: excêntrico e pioneiro



Em 1905 fez sua primeira experiência com fotomontagem, uma grande tela panorâmica de São Paulo, 11m por 1,43m, sem emendas. Mas sempre relegou a segundo plano a catalogação e o próprio acervo, o painel foi mais uma perda.

Fotógrafo, pianista, artista plástico e compositor Valério Octaviano Rodrigues Vieira era um excêntrico e um tanto exibido. Mas, por méritos comprovados foi comendador em Portugal e comendador da coroa italiana. Ele viveu intensamente sua época, principalmente como fotógrafo. Nascido em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, em 16 de novembro de 1862, filho de fazendeiros de café. No ano de 1875 deixou a cidade e foi para a capital carioca morar com Pedro Delfino, seu irmão que era médico na corte imperial. Pelo seu estilo largado verbalmente, Valério foi aceito somente como aluno ouvinte da Academia Imperial de Belas Artes. Mas, foi Ferreira Guimarães, sua influência em todo sua vida, para quem trabalhou como auxiliar de ateliê. Foi quem lançou em São Paulo a moda dos retratos de formatura, que algum tempo depois se tornaria tradicional entre os bacharéis da Faculdade do Largo de São Francisco, e que se estenderia por todas as outras instituições no país.

Personalidades / histórias
Seu estúdio era freqüentado por grandes políticos da época como por exemplo Rodolfo Miranda, Lins de Vasconcelos, Carlos de Campo e Cardoso de Almeida. Seus cenários quase que mutante, era recriado a toda hora e isso ultrapassava os limites da fotografia. Essa característica excêntrica do artista o deixou rico. Todo mundo queria ser fotoagrafado por ele. Algumas passagem são bizarras em sua carreira. Contam que certa vez um homem passava em frente ao seu estúdio e ficou frente-a-frente com uma foto de sua mulher de mãos dadas com um estranho. O homem teria entrado furioso no ateliê fotográfico exigindo explicações do fotógrafo. Tinha uma grande vocação para o fotojornalismo. Durante um incêndio, Valério Vieira, saiu correndo atrás do caminhão do Corpo de Bombeiros, sua outra inclinação profissional. Ao contrário de Marc Ferrez e Militão Azevedo, Valério tinha uma estratégia de marketing comercial bem desenvolvido. Quando fotografou a inauguração da Estação da Luz, centro de São Paulo, ampliou o negativo e colocou na porta de seu estúdio como forma de publicidade.

Pioneirismo
Entre os anos 1890 e 1893 ele mudou-se para Ouro Preto, Minas Gerais, onde trabalhou como fotógrafo e pintor. Abolicionista convicto, deu nome ao primeiro filho de José do Patrocínio. Em Ouro Preto se tornou amigo e parceiro do músico, pintor e dramaturgo Emílio Rouéde. Em 1894 muda-se para São Paulo onde mantinha estúdio e residência na Rua XV de Novembro, 19, centro de São Paulo. Era uma época que a fotografia estava em alta junto à sociedade paulistana. Com suas constantes inovações de cenários ficou rico e viajou para vários países da Europa. Daí sua comenda da Cavaglieri della Corona, recebida em 1906, dada pelo governo italiano por sua contribuição aos oriundos daquele país em São Paulo. Em 1904 ele criaria a fotomontagem com o painel ’Os 30 Valérios’, seu festejado trabalho representado em uma sala onde se via imagens de músicos, garçons e espectadores, todos tem a mesma cara, a cara de Valério Vieira.
Em 1905 fez sua primeira grande tela panorâmica de São Paulo, 11m por 1,43m, sem emendas. A foto foi exposta no Salão Progredior - salão de exposição mantida pelo restaurante de mesmo nome -, por descaso do fotógrafo, assim como grande parte do seu acervo, essa tela também perdeu-se. Em 1919, a prefeitura encomendou-lhe um painel como parte das comemorações da independência, em 1922. O painel de 360 graus está a salvo e foi restaurado pela Kodak em 1999 quando de uma retrospectiva sobre o fotógrafo. O artista faleceu em São Paulo, em 1941.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Estados Unidos: ruim com eles e pior sem eles

Uma coisa é liquida e certa se os Estados Unidos tinham algum complexo sobre ser ou não os mais poderosos do planeta esta crise ratifica isso: o mundo precisa deles para se manter funcionando. Ações de empresas que produzem matéria-prima como o aço derretem-se como açúcar. Somente países como o Brasil que não faz parte totalmente do mundo será pouco atingido.

A crise financeira dos Estados Unidos da América evidencia de uma vez por todas que o mundo não vive sem a super-potência mundial, EUA. E que os outros países apenas estão no globo terrestre por acidente geográfico. Mas, governantes medíocres como Lula da Silva [Brasil] Hugo Chavez [Venezuela] Raul Castro [Cuba] amam dramatizar. Segundo pesquisas realizadas por institutos norte-americanos no ano de 2006, 74% dos países foram ensinados a odiá-los. O ódio seria motivado por invejas na qualidade de vida liberdade de expressão; baixa criminalidade, escolaridade entre outros. Populações inteiras como por exemplo a brasileira que preferem apoiar terroristas tipo Osama Bin Laden está na lista dos que odeiam os norte-americanos. Uma coisa é liquida e certa, se os Estados Unidos tinham algum complexo se eram ou não os mais poderosos sob o planeta, esta crise responde: todo o mundo precisa deles para manterem-se funcionando e inseridos no mapa.


Estabelecimentos bancários de tradição como o Hypo Real Bank, Alemanha e o grupo Fortis, Bélgica precisaram de apoio emergencial dos governos para não irem à falência. Toda Europa está contaminada pela crise que não será debelada facilmente fora dos EUA. Ninguém se iluda que o pacote aprovado pelo congresso norte-americano em 03 de outubro, da ordem de US$ 850 bilhões resolva a crise, cuja maior aconteceu havia 80 anos. O pacote vai estabilizar, sim, mas o efeito no bolso do cidadão demorará um pouco mais. A fuga dos investidores da Wall Street fez com que os congressistas votassem e aprovassem a pauta - antes recusada -,por 263 votos a favor e 171 contra. A injeção de dinheiro público no mercado levou o estado mais rico da federação norte-americana, a Califórnia, a solicitar um empréstimo de US$ 7 bilhões. O estopim da crise foi o financiamento de moradias para compradores de alto risco. A facilitação para o crédito imobiliário acorreu quando do atentado provocado por Osama Bin Laden, em 11 de setembro de 2001 às torres gêmeas, Mannhattan. A partir daí pessoas com restrições ou sem precisar comprovar renda tiveram acesso ao crédito da casa própria. Os chamados maus pagadores teriam sido o estopim da crise que atravessa continentes e abala a economia mundial. Quem leva vantagem são os países que não estão inseridos totalmente no mundo, o Brasil por exemplo. Mesmo assim, o falastrão Luiz Inácio Lula da Silva, que antes dizia se tratar apenas de uma marola, e não um Tsunami, liberou R$ 200 milhões para crédito à exportação.


Brasileiros odeiam norte-americanos
Várias nações da Europa à Ásia. Da África à América Latina estampam seus ódios pelos norte-americanos. Seja queimando sua flâmula seja verbalizando. Os venezuelanos, em especial o desajustado presidente, Hugo Chavez, o dublê de presidente compara os norte-americanos ao diabo. Ele até pode estar com a razão, mas não deixaria de ser um diabo do bem. Quem iria consumir e pagar por metade do petróleo produzido nos campo petrolíferos de venezuela ! Um país beneficiado por Deus geologicamente e desprezado no quesito seres humanos. Todos os países aliados de Chavez estão com cota completa de petróleo ou quebrando. Se suspenso fosse o consumo norte-americano do petróleo venezuelano tal paizinho entraria em convulsão. Os povos brasileiros são outros que também estampam ódio aos norte-americanos no ponto de preferir Bin Laden ou Al Quaeda. Constantemente se vê movimentos contra norte-americanos mas não se vê contra Árabes, Turcos responsáveis pela banalização da violência mundial. Porém, este ódio dos brasileiros é esquecido se tiver uma chance de imigrar para os EUA. Oito entre dez latino-americanos sonham imigrar para os Estados Unidos, incluindo os brasileiros, a terceira maior colônia nos EUA.


Pá de cal
Entre a repulsa contra os Estados Unidos vale perguntar por supostas potências mundiais como China, Rússia, Japão e falastrões como Hugo Chavez – Venezuela, estão se mobilizando para que o país debele a crise o mais rápido possível ! Não seria mais prático aproveitar o momento de instabilidade financeira com a quebra de três instituições bancárias de relevância impar, e que um novo líder viesse a ocupar o posto de primeira potência mundial ! Ao contrário, o mundo dá uma mensagem direta: Não tem líderes com competência para gerenciar e ditar regras além de seu quintal. Precisam de um representante destemido que assuma as críticas e a culpa por eles. Nenhum país está investindo graciosamente para ajudar aos Estados Unidos, e sim ajudando a si próprio. De Beijing a São Paulo. De London a Venezuela bolsas despencam só em saber que o congresso entra em reunião. Ações de empresas que produzem matéria-prima como aço, derretem como açúcar. Assim, ratificam suas incapacidades em comandar de forma globalizada, como fazem os Estados Unidos, que metem o bedelho aos cinco continentes. Agora, sabe-se a verdade: o preço da subserviência mundial aos EUA é uma forma de reconhecer a própria incapacidade, incluindo o Brasil. Reforçando, ninguém morre de amores pelos norte-americanos. A suposta fragilidade não seria o momento ideal para que surgisse um novo líder e assumisse a nova ordem mundial !. Ou seja, fazer algo além de ladrar, colocar uma pá de cal e liquidar os inimigos, os EUA. Ou então calem-se para todo o sempre, amém.